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A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) conecta as polícias de 196 países para combater crimes transnacionais, agindo como uma ponte de cooperação, compartilhamento de informações e coordenação de operações, sem ter poder de polícia própria para prender, mas emitindo alertas (como os famosos "Alerta Vermelho") para auxiliar na localização de criminosos ou pessoas desaparecidas, focando em terrorismo, crimes cibernéticos, crime organizado e financeiro, entre outros.
Em resumo, a Interpol é uma facilitadora global da cooperação policial, fornecendo ferramentas e informações para que as polícias nacionais possam combater o crime que não para nas fronteiras, de forma mais eficiente e coordenada
Combate crimes como terrorismo, cibercrime, crime organizado, crimes financeiros, tráfico de drogas, pessoas e armas, falsificação, corrupção e crimes contra crianças.

Veja e pesquise alertas vermelhos públicos para pessoas procuradas
Veja e pesquise avisos públicos amarelos sobre pessoas desaparecidas.

Uma organização neutra e independente que garante proteção e assistência humanitária às pessoas afetadas por conflitos armados e outras situações de violência.

A Organização das Nações Unidas é uma organização internacional fundada em 1945. Atualmente composta por 193 Estados-Membros, a ONU e seu trabalho são orientados pelos propósitos e princípios contidos em sua Carta fundadora.

A Unidos pelos Direitos Humanos é uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada à implementação da Declaração Universal dos Direitos Humanos em nível local, regional, nacional e internacional. Sua afiliação é composta por indivíduos, educadores e grupos em todo o mundo que estão transmitindo ativamente o conhecimento e a proteção dos direitos humanos por e para toda a Humanidade.

A União de Associações Internacionais (UIA) documenta a sociedade civil global desde 1907. Hoje, somos a fonte independente mais antiga e abrangente de informações confiáveis sobre associações internacionais e um repositório exclusivo para dados atuais e históricos sobre a vida e o trabalho da associação.

A CAPOLBRAS tem a honra de colocar à disposição de governos, autoridades, forças de segurança e instituições privadas seus serviços voltados para ações institucionais e sociais que impactam positivamente nossa sociedade. Integrando a rede brasileira de voluntariado, que em 2021 contava com cerca de 57 milhões de voluntários ativos, conforme pesquisa do IDIS e Instituto Datafolha, nossa organização se orgulha de contribuir para essa grande rede, com voluntários que dedicam em média 18 horas mensais a diversas ações, representando aproximadamente 34% da população adulta do Brasil.
Com ética, compromisso e solidariedade, estamos prontos para apoiar de forma decisiva o fortalecimento das políticas públicas de segurança e responsabilidade social, colaborando diretamente na valorização e integração do trabalho de policiais, agentes públicos e profissionais forenses. Esses profissionais são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa, segura e humana.
A CAPOLBRAS participa ativamente de campanhas de conscientização e programas voltados à promoção da cidadania, sempre com o objetivo de estreitar a colaboração com órgãos de segurança pública e entidades governamentais. Nosso compromisso é trabalhar lado a lado com as autoridades, com o propósito de contribuir para um futuro melhor para todos.
Dessa forma, convidamos governos e autoridades a solicitarem nossos serviços, unindo forças conosco para transformar positivamente nossas comunidades. Contamos com sua colaboração e apoio para continuarmos cumprindo nossa missão de servir à sociedade com excelência, dedicação e amor ao próximo.

A geossegurança representa uma nova forma de compreender o poder no século XXI. Não se limita mais às dinâmicas tradicionais do crime ou aos conflitos armados convencionais. Trata-se, sobretudo, da disputa por controle — controle de territórios, de narrativas, de populações e de estruturas sociais.
Nesse novo cenário, os desafios se tornam mais complexos e multidimensionais. O mundo mudou — e as formas de violência, influência e dominação também evoluíram. O poder já não está restrito exclusivamente ao Estado, mas se manifesta em diversos atores que exercem domínio sobre territórios físicos, sociais e até simbólicos.
É nesse contexto que a CAPOLBRAS se posiciona como um organismo estratégico de atuação humanitária, institucional e preventiva. Por meio da capelania, da mediação de conflitos, do apoio psicossocial e da promoção dos direitos humanos, buscamos atuar justamente onde as tensões se estabelecem — nos territórios, sejam eles geográficos ou humanos.
Compreendemos que “território” não se refere apenas ao espaço delimitado no mapa, mas também aos ambientes vulneráveis, às comunidades fragilizadas, às estruturas institucionais sob pressão e aos cenários onde a dignidade humana está em risco.
A CAPOLBRAS atua como ponte entre sociedade e instituições, promovendo diálogo, restaurando vínculos e contribuindo para a pacificação social. Nossa missão é intervir com ética, neutralidade e compromisso, reconhecendo que a verdadeira segurança se constrói com presença, escuta, cuidado e justiça.
Diante das novas configurações de poder, reafirmamos: segurança não é apenas contenção — é também prevenção, mediação e reconstrução humana.

Além da missão central, a CAPOLBRAS também fornece os meios e credencia seu ministério, célula ou organização com um programa eficaz de capelania de polícia e operadores da lei. Ao fazer parte da nossa rede, sua capelania contará com apoio institucional, compartilhamento de materiais, formação continuada, articulação com autoridades, e, acima de tudo, uma irmandade comprometidos com o bem comum.
A Delegacia Virtual foi desenvolvida com o objetivo de facilitar o acesso do cidadão ao serviço de registro de ocorrência policial. Esclarecemos que este serviço está disponível apenas para o registro de fatos ocorridos nos estados que aderiram ao serviço do Governo Federal: Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins.
O Programa Celular Seguro, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), visa combater o roubo e o furto de aparelhos celulares no país. Uma das saídas propostas pelo MJSP para reduzir esse tipo de crime é a utilização de uma tecnologia para comunicar o crime e, ao mesmo tempo, acionar bloqueios do próprio aparelho, dos aplicativos bancários e de eventuais acessos disponíveis no dispositivo móvel.
A Certidão Antecedentes Criminais – CAC é um documento que retorna a informação de NADA CONSTA quando não houver registro de decisão condenatória com trânsito em julgado em favor da pessoa consultada. Não será emitida uma certidão de “consta” neste serviço, pois essa informação dependerá de confirmação presencial junto à Polícia Federal, notadamente em razão do número de homônimos existentes.
O Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas (CNPD) é um sistema do governo federal que unifica informações de pessoas desaparecidas em todo o país para agilizar as buscas e fortalecer as políticas de segurança pública. Ele possui um painel público para consulta da sociedade e dados restritos para uso dos órgãos de segurança, facilitando o cruzamento de informações e a localização de indivíduos
O ESCUTA SUSP é um projeto do Ministério da Justiça e Segurança Pública, voltado diretamente aos agentes de segurança pública, com portas abertas para o atendimento psicológico online. O projeto é executado pela Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com a Universidade Federal de Sergipe, Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Universidade de Brasília.
Diretriz Nacional de Atendimento Pré-Hospitalar Tático para Profissionais de Segurança Pública O Projeto tem por objetivo contribuir com a redução das mortes evitáveis no ambiente tático no Brasil, por meio do estabelecimento de condições diretivas, técnicas, materiais e humanas, possibilitando aos profissionais de segurança pública uma rápida resposta nas situações de traumas sofridos no teatro de operações.
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Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)
Baixar PDFNos últimos anos, estudos e levantamentos estatísticos têm evidenciado um fenômeno preocupante no campo da segurança pública em diversos países: em determinados períodos, o número de policiais e servidores da área que tiram a própria vida tem superado o de profissionais mortos em confrontos ou em decorrência direta do serviço. Esse cenário revela uma grave crise de saúde mental entre os operadores da lei e exige atenção urgente das instituições públicas e da sociedade.
Os dados são alarmantes e evidenciam que, por trás de processos legais e estruturas institucionais, existem pessoas que enfrentam pressões intensas, traumas silenciosos e decisões que impactam vidas. Nos ambientes de atuação da segurança pública e da justiça — como quartéis, delegacias, unidades prisionais e órgãos judiciais — a carga emocional é elevada, marcada por histórias difíceis, situações limite e responsabilidades que exigem constante equilíbrio.
Policiais, operadores do direito, vítimas, investigados e familiares convivem diariamente com circunstâncias que ultrapassam os limites físicos e alcançam dimensões psicológicas e emocionais profundas. Esse contexto afeta não apenas os profissionais diretamente envolvidos, mas também suas famílias e a sociedade, gerando reflexos no bem-estar coletivo.
Cabe a todos os agentes do sistema de segurança pública e justiça zelar pela preservação da ordem, da legalidade e da dignidade humana. Policiais, delegados, promotores, juízes e demais profissionais atuam em funções que exigem elevado senso de responsabilidade, discernimento ético e estabilidade emocional para a tomada de decisões complexas. A natureza dessas atividades e ambientes frequentemente expõem os profissionais a situações de alta tensão e risco, tornando indispensável a adoção de políticas institucionais voltadas à valorização da vida e ao cuidado com a saúde mental.
Países que avançaram nesse campo compreenderam que não basta preparar homens e mulheres para proteger a sociedade; é igualmente necessário oferecer suporte contínuo àqueles que enfrentam as pressões e os impactos psicológicos da função. Nesse contexto, modelos internacionais de capelania voluntária voltados às forças de defesa, policiais, operadores da lei e aos ambientes forenses têm se consolidado como importantes instrumentos de apoio humano e institucional, contribuindo para a prevenção do autoextermínio entre profissionais da segurança pública, para a melhoria da qualidade dos serviços prestados e, sobretudo, para a preservação da vida.
Diante dessa realidade, destaca-se a importância da implantação de iniciativas estruturadas e humanizadas, como as desenvolvidas pela International Police Chaplains e pela CAPOLBRAS, que atuam na promoção do cuidado integral aos profissionais da segurança pública. Essas iniciativas adotam abordagens preventivas baseadas no acompanhamento espiritual, emocional e humano dos operadores da lei, reconhecendo que o enfrentamento da crise de saúde mental e estrutural exigem ações complementares às medidas administrativas e clínicas orgânicas.
As atuações oferecem escuta qualificada, orientação profissional, acolhimento e apoio em momentos de crise, contribuindo para a construção de redes de cuidado dentro das próprias instituições. A implementação dessa metodologia preventiva fortalece a resiliência dos profissionais, promove a valorização da vida e estimula uma cultura institucional de cuidado e respeito à dignidade daqueles que atuam diariamente na linha de frente da segurança pública.
Diante disso, convidamos as autoridades públicas, gestores de segurança, instituições de formação e organizações civis e militares a considerar a implementação dos serviços da International Police Chaplains e da CAPOLBRAS. A proteção da vida, o respeito aos direitos humanos, a valorização dos profissionais de segurança pública e a ambientação positiva nos ambientes forenses, devem ser tratados como prioridades, garantindo suporte preventivo e contínuo a seus servidores e população em geral.
A promoção da vida, da dignidade e da saúde mental dos profissionais da segurança pública é uma responsabilidade coletiva e uma condição essencial para o fortalecimento das instituições e para a construção de uma sociedade mais justa e segura.
Rogério Reis
Comandante Geral
International Police Chaplains / CAPOLBRAS
"Nós cuidamos de quem protege."
O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelas polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública. A publicação é uma ferramenta importante para a promoção da transparência e da prestação de contas na área, contribuindo para a melhoria da qualidade dos dados. Além disso, produz conhecimento, incentiva a avaliação de políticas públicas e promove o debate de novos temas na agenda do setor. Trata-se do mais amplo retrato da Segurança Pública brasileira.
O Mapa da Segurança Pública representa um avanço significativo na gestão e transparência dos dados de segurança pública no Brasil. Trata-se de uma publicação anual que sistematiza e publiciza, de forma organizada, os principais indicadores criminais e estatísticas coletadas em âmbito nacional, servindo como referência para a formulação de políticas públicas, diagnósticos e pesquisas. Além disso, reforça o compromisso do Ministério da Justiça e Segurança Pública com a divulgação regular e padronizada dessas informações, promovendo maior transparência, comparabilidade entre as unidades da federação e apoio à tomada de decisões estratégicas na área da segurança.
ATUAÇÃO POLICIAL
NA PROTEÇÃO DOS
DIREITOS HUMANOS DE
PESSOAS EM SITUAÇÃO
DE VULNERABILIDADE
No estudo Segurança Pública e Direitos Humanos: um estudo na sociedade democrática brasileira, o objeto trabalhado referiu-se à reflexão da inserção dos conteúdos de Direitos Humanos nas corporações policiais militares, tendo como objetivo analisar a formação e difusão dos Direitos Humanos na Policia Militar em cidades representativas das cinco regiões do Brasil, especificamente nas capitais onde há a existência de Ouvidoria, acesso as informações, por possuirem municipios atendidos pelo Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) e possuirem semelhantes taxas de homicidio conforme Mapa da Violência 2008.
As Instituições Nacionais de Direitos Humanos (INDH) são atores-chave que podem preencher os vazios na aplicação do direito internacional dos direitos humanos. Elas trabalham para garantir o Estado de Direito e lutar contra a impunidade no país. Também procuram a aplicação nacional dos tratados e mecanismos internacionais de direitos humanos. As INDH são fundamentais para promover o respeito dos direitos humanos em cada país. Também podem impelir a elaboração de planos de ação e fomen - tar políticas públicas em direitos humanos, além de apresentar propostas legislativas e avaliar o cumpri - mento das obrigações internacionais adquiridas pelos Estados. Podem aumentar a apropriação e abrangência nacio - nal de projetos de cooperação técnica, melhorando sua sustentabilidade. Representam uma aliança estratégica entre o sistema nacional e internacional, visto que podem facilitar a in - teração com todos os atores do sistema de proteção nacional como o poder executivo, poder judiciário, o Congresso Nacional e a sociedade civil.
Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos
MANUAL DE FORMAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PARA AS FORÇAS POLICIAIS
O Código de Conduta dos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei – também denominado de Código de Conduta para Encarregados da Aplicação da Lei – foi adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas por intermédio da Resolução n. 34/169, de 17 de dezembro de 1979, ocasião em que passou a servir de referência e orientação para todas as polícias do mundo. Em que pese se tratar de um documento que exerça forte influência nos países, possui caráter consultivo – sem caráter vinculante, portanto – o que desobriga o Brasil de adotá-lo integralmente. O Código possui 08 (oito) artigos que trazem diretrizes e limites para a atuação dos encarregados para a aplicação da lei.
Termos e Condições (Resumo): Ao navegar ou enviar informações neste site, o usuário concorda com o tratamento de dados conforme a LGPD – Lei 13.709/2018. Todo o conteúdo (textos, imagens, marcas e logotipos) são registrados, sendo proibida a reprodução, modificação, distribuição e duplicação. Ficando previamente aprovado o pagamento de $ 5.000,00 (CINCO mil reais) por cada conteúdo reproduzido. A International Police Chaplains (IPC), Corpo de Delegados de Direitos Humanos (DDUDH), Diplomatas Civis (DPC) - Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS), são projetos de interesse público OSC brasileira. Não investigam crimes, não atuam como polícia e não realizam atividade de aplicação da lei. Seus cartões, distintivos e uniformes têm uso exclusivamente institucional e sem caráter estatal. Todos os direitos são da Igreja Evangélica Missões em Cristo CNPJ 54.088.376/0001-29 • Copyright © 2026