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A United Peacemakers, International Police Chaplains (IPC), o Corpo de Delegados Defensores dos Direitos Humanos (DDDH), os Diplomatas Civis (DPC), a Proteção e Defesa Civil e os Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS), são projetos institucionais da IEMC, pessoa jurídica de direito privado, de natureza religiosa e sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) nº 54.088.376/0001-29, homologada como Organização da Sociedade Civil (OSC) de interesse público, que atua na interface do voluntariado entre a sociedade civil e estruturas militares, policiais, ambientes forenses e sociedade. Possuiumos cadastro regular e ativo no Mapa das Organizações da Sociedade Civil (MOSC), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) - Ministério do Planejamento e Orçamento do Governo Federal do Brasil, sob o nº 1428154.
ATUAÇÃO
Atuamos em conformidade com a legislação nacional e internacional aplicável, com o objetivo da mediação entre governos, estruturas civis, organizações militares e comunidades; Desenvolvemos capelania institucional com treinamentos e gerenciamento de programas de direitos humano, destinados a identificar, proteger, analisar e avaliar riscos à vida humana, à segurança pública e ao meio ambiente; Fortalecemos o conhecimento e a conscientização dos cidadãos por meio da educação e do treinamento; Apoiamos a cooperação entre cidadãos, autoridades públicas e instituições de segurança, promovendo a troca de experiências profissionais e melhores práticas por meio de aulas, seminários e outras formas de educação.
Embora cooperamos com instituições estatais nacionais e internacionais para alcançar nossa missão, permanecemos independente da administração pública, das autoridades estatais, dos partidos políticos e das organizações religiosas — sejam elas nacionais ou estrangeiras.
ESPECIALIZAÇÃO
Realizamos campanhas com abordagens estruturadas com base em práticas que combinam suporte emocional, espiritual e psicológico; Oferecemos assistência espiritual, emocional com cursos e treinamento presencial e on-line, sobre assuntos relacionados à capelanias, apoio à paz, conscientização social, ajuda humanitária e operações em operações de risco e de segurança; Oferecemos também, serviços voluntários em catástrofes e conflitos sociais, tanto a instituições governamentais quanto a iniciativas privadas; Pacificamos desde desentendimentos simples e situações críticas, como até tomada de reféns; Somos especializados no combate ao estresse, crises, iniciativas de prevenção ao suicídio e questões relacionadas ao bem-estar profissional e familiar são tratadas com ações neutras, imparciais e independentes, com abertura, privacidade e cuidado.
CONCEITO DOUTRINÁRIO CÍVICO-MILITAR
Nossos projetos são organizacionais, estruturados sob princípios de governança Cívico-Militar, que atua como mecanismos de cooperação interinstitucional na mediação entre o poder público, estruturas de defesa, polícias, segurança pública e ambientes forenses, potencializando a integração da sociedade em cenários de normalidade, crise e pós-crise.
SERVIÇOS
· Assistência humanitária;
. Gestão de crises;
. Cooperação em Desastres;
· Capelania Institucional;
. Capelania Religiosa (não proselitista);
· Capacitação e Doutrina Operacional;
· Apoio à Defesa Militar;
. Apoio à Defesa Civil;
. Apoio à Segurança Pública;
. Proteção Social;
. Diplomacia Civil;
. Direitos Humanos;
· Mediação de Conflitos;
. Cooperação DH e DIH;
· Formação Cívica e Liderança Estratégica.
FINALIDADE
Nosso objetivo é constituir-se como um instrumento estratégico de apoio em temas sensíveis, que demandam assistência especializada e a aplicação de diretrizes humanitárias, atuando de forma integrada, técnica e ética nos diversos níveis de governança.
Projetamos nossa atuação na proteção da dignidade humana, no suporte psicossocial, espiritual e moral, bem como na mitigação de impactos decorrentes de situações críticas que envolvam agentes de segurança pública, operadores da lei, ambientes forenses, comunidades vulneráveis e populações afetadas por crises.
DOUTRINA
Nossos princípios doutrinários operam sob os eixos estruturantes da Legalidade e Legitimidade Institucional com aplicação especializada à resiliência social e integração de capacidades civis e operacionais em ambientes complexos, oferecendo respostas coordenadas a emergências, desastres e crises humanitárias:
· Prontidão e Adaptabilidade em Ambientes de Crise;
· Neutralidade, Imparcialidade e Independência Operacional;
· Interoperabilidade e Multissetorialidade;
· Hierarquia Funcional e Disciplina organizacional Civil-Militar sob protocolos internacionais.
ESTRUTURA OPERACIONAL
· Comando Geral: definição de diretrizes e articulação institucional;
· Superintendência Geral: articulação estratégica;
· Coordenação Operacional: planejamento e execução de missões;
· Unidades Técnicas Especializadas: resposta, inteligência, logística, comunicação;
· Corpo Voluntário e Profissional: força de execução e apoio.
AMBIENTE DE AÇÃO
· Cenários de normalidade institucional com prevenção e capacitação;
· Situações de emergência em crises sociais;
· Situações de emergência em desastres e catástrofes;
· Contextos de operações institucionais e interagências;
· Ambientes de cooperação internacional humanitária.
CORPO DE VOLUNTÁRIOS
Formamos um corpo organizado de homens e mulheres — civis e militares — provenientes de diversas áreas do conhecimento e da atuação profissional, entre eles policiais, médicos, magistrados, advogados, jornalistas, psicólogos, terapeutas e outros especialistas. Todos dedicam voluntariamente seu tempo, experiência e conhecimento ao desenvolvimento de ações de assistência humanitária.
EFEITO ESTRATÉGICO ESPERADO
· Redução de vulnerabilidades sociais e institucionais;
· Aumento da eficiência na resposta a crises;
· Fortalecimento da confiança entre sociedade e instituições;
· Consolidação de uma cultura de segurança, resiliência e cooperação
· Consolidação dos tratados internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH).

Somos formalmente autorizados pelo Ministério da Defesa do Brasil à obtenção do Código NCAGE, após análise e validação institucional, evidenciando conformidade cadastral, regularidade jurídica e idoneidade organizacional para integração ao sistema internacional de catalogação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O código também integra estrutura interoperável com plataformas do governo federal dos Estados Unidos, como a Defense Logistics Agency (DLA) e o System for Award Management (SAM.gov).
Possuímos, Status de Associado ao United Nations Department of Global Communications Civil Society Organizations (DGCCSO/UN); cadastro ativo e validado na plataforma Indico.UN; Banco de Dados de Organizações da Sociedade Civil do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais UN-DESA; Cadastro no UNODC agências da ONU responsável por coordenar ações globais de combate ao tráfico de drogas e solicitação de status consultivo no Conselho Econômico e Social ECOSOC-UM.
Cadastro nos sistemas oficiais da Organização das Nações Unidas: Sociedade Civil das Nações Unidas DGC/ONU; UN Partner Portale; United Nations Global Marketplace(UNGM); UN-DESA; UNODC; ECOSOC-UN; OSOCCO; OCHA-UN; UNITAR e outras plataformas internacionais.
Filiados à International Association of Chiefs of Police(IACP), uma das mais antigas — com 132 anos de história — e mais influentes organizações internacionais de chefes de polícia do mundo. Associadas à Union of International Associations(UIA), entidade internacional de monitoramento e reconhecimento de organizações globais; e à United for Human Rights (UHR), organismo de atuação global na promoção dos direitos humanos.
Nossa atuação institucional colabora com mecanismos e organismos internacionais humanitários, resposta a desastres, direitos humanos, segurança e capelania, tais como: MECODE — Mecanismo de Cooperação em Desastres; UN-CMCoord — Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas; UNOCHA — Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários; ACNUDH/OHCHR — Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos; NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre — Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN; UNODC — Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime; e a Capelania Institucional da IPC — International Police Chaplains.

No Brasil, na qualidade de Organização da Sociedade Civil (OSC) e entidade declarada de interesse público, atuamos como organismo colaborador complementar em ações humanitárias, assistenciais, espirituais, sociais e biopsicossociais voltadas aos profissionais da segurança pública, operadores da lei e ambientes forenses, com participação institucional as diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) - Decreto nº 9.489/2018 e Decreto nº 10.822/2021; Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida) Lei federal nº 14.531/2023; Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/2007; Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS) Lei nº 13.819/2019. Mecanismos das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) - LEI FEDERAL Nº 13.675/2018.

Como uma agência humanitária de caráter institucional de mecanismo multilateral, voluntário e de cooperação técnica-operacional entre governos soberanos, autoridades militar e segmentos organizados da sociedade civil. Atuamos sob estrita observância dos princípios da neutralidade operacional, imparcialidade funcional e independência institucional, de coordenação civil-militar com aderência às cadeias formais de comando, coordenação e controle aplicáveis em operações multinacionais e interagências.
Nossas atividades são executadas em conformidade com os protocolos internacionais: MECODE (Mecanismo de Cooperação em Desastres), UN-CMCoord (Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas), UNOCHA (Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários), ACNUDH/OHCHR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos), NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre (Centro de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN) e UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), além da Capelania institucional da IPC (International Police Chaplains).
MECODE
O Mecanismo de Cooperação em Desastres (MECODE) é um instrumento internacional de coordenação e ajuda humanitária, criado para permitir que países americanos e organizações atuem de forma conjunta em grandes desastres, naturais ou provocados pelo homem, como enchentes, terremotos, incêndios florestais, pandemias ou crises humanitárias. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a ajuda chegue de forma mais rápida, organizada e sem conflitos de comando, respeitando a soberania do país afetado. Foi desenvolvido pela Junta Interamericana de Defesa (JID), a pedido da Conferência de Ministros da Defesa das Américas (CMDA).
UN-CMCoord
A Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas (UN-CMCoord) funciona como uma estrutura de coordenação para organizar o relacionamento entre agências humanitárias, autoridades civis e forças militares, evitando conflitos de atuação, duplicidade de esforços e riscos desnecessários à população afetada. É aplicada em contextos como conflitos armados, desastres naturais e outras crises complexas, especialmente quando recursos militares e de defesa civil são utilizados em apoio às operações humanitárias. Seu objetivo é proteger e promover a humanidade, a neutralidade, a imparcialidade e a independência da ação humanitária.
UNOCHA
O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA) é o órgão das Nações Unidas responsável por coordenar a resposta internacional em situações de crise humanitária, como conflitos armados, desastres naturais e outras emergências de grande escala. Sua atuação busca mobilizar ajuda, compartilhar informações, apoiar operações humanitárias e defender a proteção das populações afetadas. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a assistência humanitária chegue de forma rápida, organizada e eficaz, promovendo a cooperação entre governos, agências da ONU, organizações humanitárias e demais parceiros, com base nos princípios da humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência.
ACNUDH / OHCHR
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH / OHCHR) é o principal órgão das Nações Unidas dedicado à promoção e à proteção dos direitos humanos em todo o mundo. Seu mandato foi estabelecido pela Assembleia Geral da ONU, com a finalidade de promover e proteger o pleno exercício de todos os direitos humanos por todas as pessoas. Ele funciona como um organismo internacional de promoção, monitoramento e apoio técnico, acompanhando violações de direitos humanos, incentivando a adoção de padrões internacionais, oferecendo assistência a Estados e instituições e fortalecendo mecanismos de proteção em níveis local, nacional, regional e internacional.
EADRCC
O Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres (EADRCC) é o principal mecanismo da OTAN para coordenação de assistência internacional em situações de desastres naturais ou provocados pelo homem. Foi criado para apoiar países afetados, facilitando a cooperação entre nações aliadas e parceiras na resposta a emergências de grande escala. Ele funciona como um sistema de coordenação que centraliza pedidos de ajuda e organiza a mobilização de recursos civis e militares, como equipes de busca e resgate, apoio médico, logística e suprimentos. Sua atuação garante que a assistência seja prestada de forma rápida, organizada e eficiente, evitando duplicidade de esforços e respeitando a soberania do país afetado.
DH e DIH
Pautamos nossas diretrizes nos mais rigorosos padrões e instrumentos internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH), incluindo os: tratados das Nações Unidas (ONU), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC); diretrizes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN); Convenções de Genebra e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV); e tratados da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Como uma instituição de representação e treinamento educacional promovemos uma filosofias de treinamento e princípios educacionais que incentivam a liderança responsável, a conscientização entre órgãos e o envolvimento cooperativo com os objetivos mais amplos das organizações internacionais de segurança pública e comunidades locais e globais.
Reconhecemos o importante papel desempenhado por instituições internacionais e nacionais dedicadas à segurança pública como a AMERIPOL, UNIPOL, INTERPOL, EUROPOL, Federal Bureau of Investigation (FBI), Polícia Federal e outras. Essas instituições ajudam a promover a cooperação global, o compartilhamento de informações e as respostas coordenadas aos desafios de segurança pública global.
No Brasil, somos uma organização voluntariada das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) Lei federal nº 14.531/2023 - Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) Lei Federal nº 13.675/2018 - Decreto nº 9.489/2018 - Decreto nº 9.630/2018 - Decreto nº 10.822/2021 – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/200 - Lei nº 13.819/2019 — Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS).

A defesa da vida daqueles que dedicam sua existência à proteção da sociedade tornou-se uma das causas mais urgentes da segurança pública contemporânea. Entre os diversos desafios enfrentados pelas instituições de defesa, polícia e operadores da lei, é o crescente número de casos de autoextermínio entre profissionais da área. Diante dessa realidade, a nossa principal bandeira na capelania é clara e inegociável: combater e reduzir o autoextermínio entre os operadores da lei, promovendo uma cultura institucional de cuidado, prevenção e valorização da vida.

Formamos um corpo organizado de voluntários civis e militares de diversas áreas, dedicados à Capelania Institucional, à assistência humanitária e à promoção dos direitos humanos. A associação é aberta a maiores de 18 anos, sem pré-requisito acadêmico, de qualquer origem ou religião, desde que possuam conduta moral reconhecida e compromisso com a paz e a cooperação com órgãos governamentais e de segurança pública, atendendo aos critérios de elegibilidade. O ingresso ocorre mediante processo seletivo rigoroso, com investigação social, verificação de antecedentes e apresentação de documentação oficial atualizada, refletindo a responsabilidade das funções desempenhadas.
A legislação brasileira define o serviço voluntário como a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa.
A relevância institucional reside na capacidade de complementar e fortalecer a atuação do Estado e das forças de segurança.
O impacto social dessa organização é direto na comunidade e na garantia do bem-estar coletivo.
Sob o aspecto do Direito, as diretrizes do artigo protegem tanto a associação quanto a sociedade.

É com grande honra que o recebemos em nossa instituição. Se você deseja juntar-se a este corpo de elite da capelania internacional, pertencer a uma grande família espalhada pelos cinco continentes e fazer parte de algo maior do que você, saiba que aceitamos voluntários, homens e mulheres a partir de 18 anos, independentemente de sua origem ou religião.
Nossos propósitos representam uma missão que visa mais do que apenas desenvolver habilidades morais, técnicas ou táticas. Nosso objetivo é formar líderes no Corpo de Elite da Capelania, com altos padrões de disciplina, treinamento, conhecimento, fé, resiliência, lealdade, coragem, espírito de corpo e sacrifício.
Nossa jornada é guiada por princípios sólidos que transcendem as expectativas convencionais, oferecendo a oportunidade de moldar sua trajetória dentro de valores que promovem a elevação humana e a transformação da sociedade, servindo com determinação e de acordo com suas aptidões.
Ao integrar nossa organização, queremos que compreenda que a verdadeira liderança não é medida pela superioridade em inteligência ou sabedoria, mas pela capacidade de manter-se fiel aos princípios fundamentais que regem nossa doutrina: fé, honra, justiça e amor.
Oferecemos uma carreira de gestão sólida e reconhecida. As promoções são baseadas no mérito. Qualquer capelão pode construir sua carreira, não apenas por meio de diplomas, mas também por meio de exames ou testes técnicos, aprovados em missões sucessivas e mediante aprovação no curso da EFCAP (Escola de Formação CAPOLBRAS) ou da EFOE (Escola de Formação de Oficial de Especialidades CAPOLBRAS).
Somos um corpo de elite, pronto para intervir em qualquer situação de paz ou de guerra. Como tal, está totalmente disponível, permanecendo em prontidão, com condição moral, espiritual e até física, que são cruciais para a capacidade operacional, pois a missão principal é a preservação da própria vida, de seus camaradas e dos assistidos. Que sua jornada conosco seja marcada pela integridade e pela busca inabalável do bem comum, com coragem e compromisso com a lei, a ordem e a humanidade.
Rogério Reis
Comandante Geral
Se você acredita na força do voluntariado, da cooperação humana e da construção de uma sociedade mais justa, solidária e pacífica, junte-se à nós. Baixe o PDF, preencha nosso Termo de Voluntariado e nos envie no Tel/WhatsApp 55 (31) 98422-7415 ou por email: capolbras@gmail.com
A United Peacemaker, IPC, DDUDH, DPC e CAPOLBRAS são programas institucionais com declaratória de interesse público realizam ações humanitárias de apoio institucional de forma independente, oferecendo assistência, acompanhamento, mediação humanitária, apoio espiritual, missões de busca humanitária e cooperação internacional, sempre em conformidade com a legislação aplicável e o direito internacional humanitário.
A atuação se dá dentro dos limites legais, éticos e humanitários, garantindo o respeito à soberania dos Estados, à legalidade internacional e à dignidade humana. Nossa trabalho permanece estritamente voltado à capelania, ao apoio humanitário e institucional, sem substituir ou interferir nas funções de órgãos governamentais ou agências policiais.
Não somos estruturalmente vinculado a qualquer órgão oficial de aplicação da lei, seja nacional ou internacional. Os nomes, as insígnias, os emblemas e marcas de identificação são usados exclusivamente para indicar a filiação a uma organização internacional de caráter humanitário e de capelania, dedicada à construção da paz, à proteção civil, ao apoio espiritual, à promoção dos direitos humanos e à segurança global, sem implicar qualquer autoridade policial ou poder coercitivo, nem funções investigativas ou mandatárias.
Nenhum filado ou membro realiza investigações criminais ou possui poder de polícia. A organização não substitui ou representa governos, forças policiais, ministérios do interior ou agências de segurança pública, tanto nacionais quanto internacionais.
Crachás de identificação, distintivos e uniformes têm caráter exclusivamente institucional e associativo e não conferem autoridade legal, policial ou funcional. Seu uso não representa organismos de segurança estatal ou qualquer órgão governamental.
O uso indevido da marca, crachás de identificação, distintivos ou uniformes viola os regulamentos internos e pode resultar em infrações legais, sujeitando o responsável a responsabilidades civis, administrativas e penais. O descumprimento das normas poderá acarretar advertência, suspensão ou cancelamento da licença, recolhimento do material institucional e, quando necessário, comunicação às autoridades competentes.
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Rogério Reis
Comandante Geral
"Nós cuidamos de quem protege."
A paz mundial começa com você!
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