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A International Police Chaplains (IPC),o Corpo de Delegados de Direitos Humanos (DDUDH), os Diplomatas Civis (DPC), a Proteção e Defesa Civil e os Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS), são projetos institucionais da Igreja Evangélica Missões em Cristo (IEMC), pessoa jurídica de direito privado, de natureza religiosa e sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) nº 54.088.376/0001-29, homologada como Organização da Sociedade Civil (OSC), que atua na interface do valuntariado entre a sociedade civil e estruturas militares, policiais, ambientes forenses e sociedade. Possuiu cadastro regular e ativo no Mapa das Organizações da Sociedade Civil (MOSC), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) - Ministério do Planejamento e Orçamento do Governo Federal do Brasil, sob o nº 1428154.
ESPECIALIZAÇÃO
- Realizamos campanhas com abordagens estruturadas com base em práticas que combinam suporte emocional, espiritual e psicológico.
- Oferecemos assistência espiritual, emocional com cursos e treinamento presencial e on-line, sobre assuntos relacionados à capelanias, apoio à paz, conscientização social, ajuda humanitária e operações em operações de risco e de segurança.
- Oferecemos também, serviços voluntários em catástrofes e conflitos sociais, tanto a instituições governamentais quanto a iniciativas privadas.
- Pacificamos desde desentendimentos simples e situações críticas, como até tomada de reféns.
- Somos especializados no combate ao estresse, crises, iniciativas de prevenção ao suicídio e questões relacionadas ao bem-estar profissional e familiar são tratadas com ações neutras, imparciais e independentes, com abertura, privacidade e cuidado.
CONCEITO DOUTRINÁRIO CÍVICO-MILITAR
Nossos projetos são organizacionais de natureza civil, estruturados sob princípios de governança Cívico-Militar, que atua como mecanismos de cooperação interinstitucional na mediação entre o poder público, estruturas de defesa, polícias, segurança pública e ambientes forenses, potencializando a integração da sociedade em cenários de normalidade, crise e pós-crise.
SERVIÇOS
· Assistência humanitária
. Gestão de crises;
. Cooperação em Desastres;
· Capelania Institucional;
. Capelania Religiosa (não proselitista);
· Capacitação e Doutrina Operacional;
· Apoio à Defesa Militar
. Apoio à Defesa Civil
. Apoio à Segurança Pública;
. Proteção Social;
. Diplomacia Civil;
. Direitos Humanos;
· Mediação de Conflitos;
. Cooperação DH e DIH;
· Formação Cívica e Liderança Estratégica.
FINALIDADE
Nosso objetivo é constituir-se como um instrumento estratégico de apoio em temas sensíveis, que demandam assistência especializada de capelania institucional e a aplicação de diretrizes humanitárias, atuando de forma integrada, técnica e ética nos diversos níveis de governança.
A entidade projeta sua atuação na proteção da dignidade humana, no suporte psicossocial, espiritual e moral, bem como na mitigação de impactos decorrentes de situações críticas que envolvam agentes de segurança pública, operadores da lei, ambientes forenses, comunidades vulneráveis e populações afetadas por crises.
DOUTRINA
Nossos princípios doutrinários operam sob os eixos estruturantes da Legalidade e Legitimidade Institucional com aplicação especializada à resiliência social e integração de capacidades civis e operacionais em ambientes complexos, oferecendo respostas coordenadas a emergências, desastres e crises humanitárias:
· Prontidão e Adaptabilidade em Ambientes de Crise;
· Neutralidade, Imparcialidade e Independência Operacional;
· Interoperabilidade e Multissetorialidade;
· Hierarquia Funcional e Disciplina organizacional Civil-Militar sob protocolos internacionais.
ESTRUTURA OPERACIONAL
· Comando Geral: definição de diretrizes e articulação institucional;
· Superintendência Geral: articulação estratégica;
· Coordenação Operacional: planejamento e execução de missões
· Unidades Técnicas Especializadas: resposta, inteligência, logística, comunicação;
· Corpo Voluntário e Profissional: força de execução e apoio.
AMBIENTE DE AÇÃO
· Cenários de normalidade institucional com prevenção e capacitação;
· Situações de emergência em crises sociais;
· Situações de emergência em desastres e catástrofes;
· Contextos de operações institucionais e interagências;
· Ambientes de cooperação internacional humanitária.
CORPO DE VOLUNTÁRIOS
Formamos um corpo organizado de homens e mulheres — civis e militares — provenientes de diversas áreas do conhecimento e da atuação profissional, entre eles policiais, médicos, magistrados, advogados, jornalistas, psicólogos, terapeutas e outros especialistas. Todos dedicam voluntariamente seu tempo, experiência e conhecimento ao desenvolvimento de ações de assistência humanitária.
EFEITO ESTRATÉGICO ESPERADO
· Redução de vulnerabilidades sociais e institucionais;
· Aumento da eficiência na resposta a crises;
· Fortalecimento da confiança entre sociedade e instituições;
· Consolidação de uma cultura de segurança, resiliência e cooperação
· Consolidação dos tratados internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH).

Somos formalmente autorizados pelo Ministério da Defesa do Brasil à obtenção do Código NCAGE, após análise e validação institucional, evidenciando conformidade cadastral, regularidade jurídica e idoneidade organizacional para integração ao sistema internacional de catalogação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O código também integra estrutura interoperável com plataformas do governo federal dos Estados Unidos, como a Defense Logistics Agency (DLA) e o System for Award Management (SAM.gov).
Possuímos, Status de Associado ao United Nations Department of Global Communications Civil Society Organizations (DGCCSO/UN); cadastro ativo e validado no Banco de Dados de Organizações da Sociedade Civil do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais UN-DESA; Cadastro no UNODC agências da ONU responsável por coordenar ações globais de combate ao tráfico de drogas e solicitação de status consultivo no Conselho Econômico e Social ECOSOC-UM.
Cadastro nos sistemas oficiais da Organização das Nações Unidas, por meio do UN Partner Portale do United Nations Global Marketplace(UNGM), plataformas internacionais destinadas à habilitação e qualificação de entidades aptas a cooperar com organismos do Sistema ONU, observados critérios formais de regularidade institucional e conformidade documental.
Filiados à International Association of Chiefs of Police(IACP), uma das mais antigas — com 132 anos de história — e mais influentes organizações internacionais de chefes de polícia do mundo. Associadas à Union of International Associations(UIA), entidade internacional de monitoramento e reconhecimento de organizações globais; e à United for Human Rights (UHR), organismo de atuação global na promoção dos direitos humanos.
Nossa atuação institucional colabora com mecanismos e organismos internacionais humanitários, resposta a desastres, direitos humanos, segurança e capelania, tais como: MECODE — Mecanismo de Cooperação em Desastres; UN-CMCoord — Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas; UNOCHA — Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários; ACNUDH/OHCHR — Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos; NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre — Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN; UNODC — Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime; e a Capelania Institucional da IPC — International Police Chaplains.

No Brasil a CAPOLBRAS, na qualidade de Organização da Sociedade Civil (OSC) e entidade declarada de utilidade pública, atua como organismo colaborador complementar em ações humanitárias, assistenciais, espirituais, sociais e biopsicossociais voltadas aos profissionais da segurança pública, operadores da lei e ambientes forenses, com participação institucional as diretrizes do organização voluntariada das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) - LEI FEDERAL Nº 13.675/2018, que prevê no art. 1º (articulação com a sociedade), art. 2º (responsabilidade de todos), art. 4º, VII (participação e controle social), art. 20, § 7º (sociedade civil organizada nos conselhos) e art. 22, § 1º (integração com outros setores sociais), https://www.gov.br/mj/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/susp; Igualmente na Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) - Decreto nº 9.489/2018 e Decreto nº 10.822/2021; Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida) Lei federal nº 14.531/2023; Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/2007; Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS) Lei nº 13.819/2019.

Como uma agência humanitária de caráter institucional de mecanismo multilateral, voluntário e de cooperação técnica-operacional entre governos soberanos, autoridades militar e segmentos organizados da sociedade civil. Atuamos sob estrita observância dos princípios da neutralidade operacional, imparcialidade funcional e independência institucional, de coordenação civil-militar com aderência às cadeias formais de comando, coordenação e controle aplicáveis em operações multinacionais e interagências.
Nossas atividades são executadas em conformidade com os protocolos internacionais: MECODE (Mecanismo de Cooperação em Desastres), UN-CMCoord (Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas), UNOCHA (Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários), ACNUDH/OHCHR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos), NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre (Centro de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN) e UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), além da Capelania institucional da IPC (International Police Chaplains).
MECODE
O Mecanismo de Cooperação em Desastres (MECODE) é um instrumento internacional de coordenação e ajuda humanitária, criado para permitir que países americanos e organizações atuem de forma conjunta em grandes desastres, naturais ou provocados pelo homem, como enchentes, terremotos, incêndios florestais, pandemias ou crises humanitárias. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a ajuda chegue de forma mais rápida, organizada e sem conflitos de comando, respeitando a soberania do país afetado. Foi desenvolvido pela Junta Interamericana de Defesa (JID), a pedido da Conferência de Ministros da Defesa das Américas (CMDA).
UN-CMCoord
A Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas (UN-CMCoord) funciona como uma estrutura de coordenação para organizar o relacionamento entre agências humanitárias, autoridades civis e forças militares, evitando conflitos de atuação, duplicidade de esforços e riscos desnecessários à população afetada. É aplicada em contextos como conflitos armados, desastres naturais e outras crises complexas, especialmente quando recursos militares e de defesa civil são utilizados em apoio às operações humanitárias. Seu objetivo é proteger e promover a humanidade, a neutralidade, a imparcialidade e a independência da ação humanitária.
UNOCHA
O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA) é o órgão das Nações Unidas responsável por coordenar a resposta internacional em situações de crise humanitária, como conflitos armados, desastres naturais e outras emergências de grande escala. Sua atuação busca mobilizar ajuda, compartilhar informações, apoiar operações humanitárias e defender a proteção das populações afetadas. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a assistência humanitária chegue de forma rápida, organizada e eficaz, promovendo a cooperação entre governos, agências da ONU, organizações humanitárias e demais parceiros, com base nos princípios da humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência.
ACNUDH / OHCHR
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH / OHCHR) é o principal órgão das Nações Unidas dedicado à promoção e à proteção dos direitos humanos em todo o mundo. Seu mandato foi estabelecido pela Assembleia Geral da ONU, com a finalidade de promover e proteger o pleno exercício de todos os direitos humanos por todas as pessoas. Ele funciona como um organismo internacional de promoção, monitoramento e apoio técnico, acompanhando violações de direitos humanos, incentivando a adoção de padrões internacionais, oferecendo assistência a Estados e instituições e fortalecendo mecanismos de proteção em níveis local, nacional, regional e internacional.
EADRCC
O Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres (EADRCC) é o principal mecanismo da OTAN para coordenação de assistência internacional em situações de desastres naturais ou provocados pelo homem. Foi criado para apoiar países afetados, facilitando a cooperação entre nações aliadas e parceiras na resposta a emergências de grande escala. Ele funciona como um sistema de coordenação que centraliza pedidos de ajuda e organiza a mobilização de recursos civis e militares, como equipes de busca e resgate, apoio médico, logística e suprimentos. Sua atuação garante que a assistência seja prestada de forma rápida, organizada e eficiente, evitando duplicidade de esforços e respeitando a soberania do país afetado.
DH e DIH
Pautamos nossas diretrizes nos mais rigorosos padrões e instrumentos internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH), incluindo os: tratados das Nações Unidas (ONU), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC); diretrizes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN); Convenções de Genebra e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV); e tratados da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Como os Direitos Internacionais Protegem Capelães em Zonas de Conflito
Em zonas de conflito, desastres naturais e crises sociais, capelães desempenham um papel indispensável no suporte emocional, espiritual e psicossocial de populações vulneráveis e equipes de resposta. No entanto, apesar de sua presença ser amplamente reconhecida como essencial, muitos capelães operam em terrenos jurídicos nebulosos, sem proteção legal clara em contextos humanitários internacionais.
Globalmente, a falta de regulamentação formal expõe esses profissionais a riscos físicos, éticos e até jurídicos, especialmente em ambientes onde leis locais não reconhecem seu estatuto neutro ou sua imunidade funcional.
A atuação dos capelães vai muito além do consolo espiritual — ela se entrelaça com a segurança jurídica, o direito internacional humanitário e a ética no campo de operações. Você entenderá os principais desafios legais enfrentados por capelães em diferentes regiões, como legislações nacionais e acordos multilaterais impactam seu trabalho no terreno e quais mecanismos práticos podem ser utilizados para garantir sua proteção.
Uma visão clara das responsabilidades, direitos e salvaguardas fundamentais, é que sustentam o capelão humanitário moderno — e como estruturar sua atuação com base na legislação vigente.
A Proteção da Convenção de Genebra
Capelães desempenham um papel essencial em ambientes de crise, oferecendo apoio espiritual, emocional e ético a civis e militares. Em zonas de conflito e missões humanitárias, sua proteção legal é garantida por tratados internacionais que reconhecem seu status neutro e não combatente. A Convenção de Genebra e seus Protocolos Adicionais estabelecem que capelães — tanto militares quanto civis acreditados — devem ser respeitados e protegidos sob todas as circunstâncias, sem discriminação religiosa ou política.
Esses direitos incluem:
- Imunidade de prisão ou detenção, mesmo em contextos de guerra;
- Liberdade para exercer funções religiosas, respeitando práticas e rituais de diferentes tradições;
- Proteção contra ataques deliberados, visto que não são considerados alvos legítimos;
Além disso, em operações civis patrocinadas por organizações internacionais, capelães muitas vezes atuam sob acordos de estatuto de forças ou memorandos de entendimento que reforçam sua inviolabilidade. A compreensão desses marcos legais é vital para organizações que enviam capelães ao campo, garantindo que atuem com segurança.
A proteção legal começa com o conhecimento: garantir que líderes, equipes de apoio e parceiros locais reconheçam o status protegido dos capelães fortalece sua atuação e preserva sua integridade.
Proteção Jurídica para Capelães: Como Diferentes Estruturas Legais se Comparam no Ambiente Humanitário
A garantia do exercício livre de capelania sem intimidação religiosa varia significativamente conforme o arcabouço jurídico aplicado. Enquanto algumas abordagens nacionais baseiam-se exclusivamente em direitos constitucionais amplos, outras implementam regulamentações específicas que detalham direitos operacionais, acesso a crises e imunidade funcional.
Capelães atuando em ambientes multiétnicos ou com populações vulneráveis se beneficiam mais de estruturas com regulamentação específica, que asseguram acesso garantido, confidencialidade sacramental reconhecida e proteção contra sanções administrativas. Reconhecer essas diferenças ajuda lideranças e organizações a escolherem ou desenvolverem políticas que protejam efetivamente o serviço espiritual em contextos sensíveis, especialmente em regiões onde tradições religiosas enfrentam resistência institucional.
Como Garantir a Proteção Jurídica de Capelães em Atuação no Exterior
Atuar como capelão em contextos humanitários internacionais exige mais do que vocação — exige uma estrutura sólida de proteção jurídica e operacional. Organizações que enviam capelães ao exterior devem adotar práticas claras para garantir segurança legal e eficácia no campo. Siga este guia passo a passo:
Perguntas Frequentes sobre Direitos Legais e Segurança no Campo
O que é o status legal de um capelão em contextos humanitários internacionais? O status legal define o reconhecimento de um capelão como agente humanitário oficial, geralmente emitido por órgãos governamentais ou internacionais. Em situações de crise, esse reconhecimento é essencial para garantir acesso seguro a zonas de conflito ou desastres.
Capelães têm imunidade diplomática? Não automaticamente. A imunidade diplomática é restrita a representantes oficiais de Estados. Contudo, capelães acreditados por organizações reconhecidas podem receber proteção funcional sob convenções internacionais, como a IV Convenção de Genebra, especialmente em contextos de guerra.
Como registrar a atuação profissional de um capelão no exterior? É fundamental registrar-se junto a autoridades locais de imigração, saúde ou religião, conforme exigido por cada país. Documentação como credenciais, histórico ministerial e certificados de treinamento humanitário fortalecem a legitimidade do serviço.
Quais documentos garantem segurança em campo? Carteiras de identificação humanitária emitidas por organizações reconhecidas, passaportes com vistos adequados, cartas de missão assinadas por líderes institucionais e comprovantes de treinamento em segurança em zonas de risco são essenciais.
Como atuar com segurança em regiões de conflito? Planeje com protocolos claros: coordene com equipes locais, use comunicação segura, evite rotas de alto risco e participe de treinamentos de evacuação e primeiros socorros. A visibilidade de seu status humanitário, como uso de coletes identificáveis, pode prevenir mal-entendidos.
Conclusão: Proteger os Capelães é Proteger a Humanidade
Garantir os direitos dos capelães não é apenas uma obrigação legal, mas um compromisso ético com a dignidade humana em contextos de vulnerabilidade. Ao longo deste guia, destacamos como a atuação desses profissionais — presentes em zonas de conflito, desastres naturais e crises sociais — depende diretamente do reconhecimento de seu estatuto legal, imunidade religiosa e proteção contra retaliações. Sem esse respaldo, sua capacidade de oferecer apoio espiritual, emocional e humanitário é severamente comprometida.
Para fortalecer essa proteção, é essencial:
Ao defender os direitos dos capelães, você fortalece a estrutura de apoio que sustenta comunidades em crise. A proteção legal não é um detalhe burocrático — é o alicerce do serviço humanitário eficaz. Invista nisso. Acesse recursos atualizados diretamente no seu website para se manter informado e preparado. Cada ação conta.

Como uma instituição de representação e treinamento educacional promovemos uma filosofias de treinamento e princípios educacionais que incentivam a liderança responsável, a conscientização entre órgãos e o envolvimento cooperativo com os objetivos mais amplos das organizações internacionais de segurança pública e comunidades locais e globais. Reconhecemos o importante papel desempenhado por instituições internacionais e nacionais dedicadas à segurança pública como a AMERIPOL, UNIPOL, INTERPOL, EUROPOL, Federal Bureau of Investigation (FBI), Polícia Federal e outras. Essas instituições ajudam a promover a cooperação global, o compartilhamento de informações e as respostas coordenadas aos desafios de segurança pública global.
No Brasil, somos uma organização voluntariada das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) Lei federal nº 14.531/2023 - Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) Lei Federal nº 13.675/2018 - Decreto nº 9.489/2018 - Decreto nº 9.630/2018 - Decreto nº 10.822/2021 – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/200 - Lei nº 13.819/2019 — Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS).

A defesa da vida daqueles que dedicam sua existência à proteção da sociedade tornou-se uma das causas mais urgentes da segurança pública contemporânea. Entre os diversos desafios enfrentados pelas instituições de defesa, polícia e operadores da lei, é o crescente número de casos de autoextermínio entre profissionais da área. Diante dessa realidade, a nossa principal bandeira na capelania é clara e inegociável: combater e reduzir o autoextermínio entre os operadores da lei, promovendo uma cultura institucional de cuidado, prevenção e valorização da vida.

Formamos um corpo organizado de voluntários civis e militares de diversas áreas, dedicados à Capelania Institucional, à assistência humanitária e à promoção dos direitos humanos. A associação é aberta a maiores de 18 anos, sem pré-requisito acadêmico, de qualquer origem ou religião, desde que possuam conduta moral reconhecida e compromisso com a paz e a cooperação com órgãos governamentais e de segurança pública, atendendo aos critérios de elegibilidade. O ingresso ocorre mediante processo seletivo rigoroso, com investigação social, verificação de antecedentes e apresentação de documentação oficial atualizada, refletindo a responsabilidade das funções desempenhadas.
A legislação brasileira define o serviço voluntário como a atividade não remunerada prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza, ou a instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência à pessoa.
A relevância institucional reside na capacidade de complementar e fortalecer a atuação do Estado e das forças de segurança.
O impacto social dessa organização é direto na comunidade e na garantia do bem-estar coletivo.
Sob o aspecto do Direito, as diretrizes do artigo protegem tanto a associação quanto a sociedade.

É com grande honra que o recebemos em nossa instituição. Se você deseja juntar-se a este corpo de elite da capelania internacional, pertencer a uma grande família espalhada pelos cinco continentes e fazer parte de algo maior do que você, saiba que aceitamos voluntários, homens e mulheres a partir de 18 anos, independentemente de sua origem ou religião.
Nossos propósitos representam uma missão que visa mais do que apenas desenvolver habilidades morais, técnicas ou táticas. Nosso objetivo é formar líderes no Corpo de Elite da Capelania, com altos padrões de disciplina, treinamento, conhecimento, fé, resiliência, lealdade, coragem, espírito de corpo e sacrifício. Nossa jornada é guiada por princípios sólidos que transcendem as expectativas convencionais, oferecendo a oportunidade de moldar sua trajetória dentro de valores que promovem a elevação humana e a transformação da sociedade, servindo com determinação e de acordo com suas aptidões.
Ao integrar nossa organização, queremos que compreenda que a verdadeira liderança não é medida pela superioridade em inteligência ou sabedoria, mas pela capacidade de manter-se fiel aos princípios fundamentais que regem nossa doutrina: fé, honra, justiça e amor. Oferecemos uma carreira de gestão sólida e reconhecida. As promoções são baseadas no mérito. Qualquer capelão pode construir sua carreira, não apenas por meio de diplomas, mas também por meio de exames ou testes técnicos, aprovados em missões sucessivas e mediante aprovação no curso da EFCAP (Escola de Formação CAPOLBRAS) ou da EFOE (Escola de Formação de Oficial de Especialidades CAPOLBRAS).
Somos um corpo de elite, pronto para intervir em qualquer situação de paz ou de guerra. Como tal, está totalmente disponível, permanecendo em prontidão, com condição moral, espiritual e até física, que são cruciais para a capacidade operacional, pois a missão principal é a preservação da própria vida, de seus camaradas e dos assistidos. Que sua jornada conosco seja marcada pela integridade e pela busca inabalável do bem comum, com coragem e compromisso com a lei, a ordem e a humanidade.
Rogério Reis
Comandante Geral
Se você acredita na força do voluntariado, da cooperação humana e da construção de uma sociedade mais justa, solidária e pacífica, junte-se à nós. Baixe o PDF, preencha nosso Termo de Voluntariado e nos envie no Tel/WhatsApp 55 (31) 98422-7415 ou por email: capolbras@gmail.com
A IPC, DDUDH, DPC e CAPOLBRAS realizam ações humanitárias de apoio institucional de forma independente, oferecendo assistência, acompanhamento, mediação humanitária, apoio espiritual, missões de busca humanitária e cooperação internacional, sempre em conformidade com a legislação aplicável e o direito internacional humanitário.
A atuação se dá dentro dos limites legais, éticos e humanitários, garantindo o respeito à soberania dos Estados, à legalidade internacional e à dignidade humana. Nossa trabalho permanece estritamente voltado à capelania, ao apoio humanitário e institucional, sem substituir ou interferir nas funções de órgãos governamentais ou agências policiais.
Não somos estruturalmente vinculado a qualquer órgão oficial de aplicação da lei, seja nacional ou internacional. Os nomes, as insígnias, os emblemas e marcas de identificação são usados exclusivamente para indicar a filiação a uma organização internacional de caráter humanitário e de capelania, dedicada à construção da paz, à proteção civil, ao apoio espiritual, à promoção dos direitos humanos e à segurança global, sem implicar qualquer autoridade policial ou poder coercitivo, nem funções investigativas ou mandatárias.
Nenhum filado ou membro realiza investigações criminais ou possui poder de polícia. A organização não substitui ou representa governos, forças policiais, ministérios do interior ou agências de segurança pública, tanto nacionais quanto internacionais.
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Rogério Reis
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