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SOBRE NÓS

Apresentação Institucional


A United Peacemakers, International Police Chaplains (IPC), o Corpo de Delegados Defensores dos Direitos Humanos (DDDH), os Diplomatas Civis (DPC), a Proteção e Defesa Civil e os Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS), são projetos institucionais da IEMC, pessoa jurídica de direito privado, de natureza religiosa, civil-militar e sem fins lucrativos, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) nº 54.088.376/0001-29, homologada como Organização da Sociedade Civil (OSC) de interesse público, que atua na interface do voluntariado entre a sociedade civil e estruturas militares, policiais, ambientes forenses e sociedade.


Possuímos cadastro regular e ativo no Mapa das Organizações da Sociedade Civil (MOSC), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) - Ministério do Planejamento e Orçamento do Governo Federal do Brasil, sob o nº 1428154. Integramos às diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) - Decreto nº 9.489/2018 e Decreto nº 10.822/2021; Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida) Lei federal nº 14.531/2023; Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/2007; Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS) Lei nº 13.819/2019 e do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) Lei Federal 13.675/2018; Lei Federal do Voluntariado nº 9.608/1998 e Lei nº 13.297/2016, que reconhecem o serviço voluntário em atividades de interesse público e de assistência à pessoa.



ATUAÇÃO


Atuamos em conformidade com a legislação nacional e internacional aplicável, com o objetivo da mediação entre governos, estruturas civis, organizações militares e comunidades; Desenvolvemos programas institucionais com treinamentos e gerenciamento de demandas com temas sobre direitos humano, destinados a identificar, proteger, analisar e avaliar riscos à vida humana, à segurança pública e ao meio ambiente.


Fortalecemos o direito ao conhecimento e a conscientização dos cidadãos por meio da educação e do treinamento; Apoiamos a cooperação entre cidadãos, autoridades públicas e instituições de segurança, promovendo a troca de experiências profissionais e melhores práticas por meio da Capelania Institucional, seminários e outras formas de educação.


Embora cooperamos com instituições estatais nacionais e internacionais para alcançar nossa missão, permanecemos independente da administração pública, das autoridades estatais, dos víeis políticos e da doutrinações religiosas — sejam elas nacionais ou estrangeiras.



ESPECIALIZAÇÃO


Realizamos campanhas com abordagens estruturadas com base em práticas que combinam suporte emocional, espiritual e psicológico; Oferecemos assistência espiritual, emocional com cursos e treinamento presencial e on-line, sobre assuntos relacionados à capelanias, apoio à paz, conscientização social, direitos humanos, ajuda humanitária e operações em operações de risco e de segurança.


Oferecemos também, serviços voluntários em catástrofes e conflitos sociais, tanto a instituições governamentais quanto a iniciativas privadas; Pacificamos desde desentendimentos simples e situações críticas, como até tomada de reféns; Somos especializados no combate ao estresse, crises, iniciativas de prevenção ao suicídio e questões relacionadas ao bem-estar profissional dos servidores da segurança pública, que são tratados com ações neutras, imparciais e independentes, com abertura, privacidade e cuidado.



CONCEITO DOUTRINÁRIO CÍVICO-MILITA


Nossos projetos são organizacionais, estruturados sob princípios de governança Cívico-Militar, que atua como mecanismos de cooperação interinstitucional na mediação entre o poder público, estruturas de defesa, polícias, segurança pública e ambientes forenses, potencializando a integração da sociedade em cenários de normalidade, crise e pós-crise.


SERVIÇOS


  • Assistência humanitária;
  • Gestão de crises;
  • Cooperação em Desastres;
  • Capelania Institucional;
  • Capelania Religiosa (não proselitista);
  • Capacitação e Doutrina Operacional;
  • Apoio à Defesa Militar;
  • Apoio à Defesa Civil;
  • Apoio à Segurança Pública;
  • Proteção Social;
  • Diplomacia Civil;
  • Direitos Humanos;
  • Mediação de Conflitos;
  • Cooperação DH e DIH;
  • Formação Cívica e Liderança Estratégica.


FINALIDADE


Nosso objetivo é constituir-se como um instrumento estratégico de apoio em temas sensíveis, que demandam assistência especializada e a aplicação de diretrizes humanitárias, atuando de forma integrada, técnica e ética nos diversos níveis de governança.


Projetamos nossa atuação na proteção da dignidade humana, no suporte psicossocial, espiritual e moral, bem como na mitigação de impactos decorrentes de situações críticas que envolvam agentes de segurança pública, operadores da lei, ambientes forenses, comunidades vulneráveis e populações afetadas por crises.



DOUTRINA


Nossos princípios doutrinários operam sob os eixos estruturantes da Legalidade e Legitimidade Institucional com aplicação especializada à resiliência social e integração de capacidades civis e operacionais em ambientes complexos, oferecendo respostas coordenadas a emergências, desastres e crises humanitárias:


  • Prontidão e Adaptabilidade em Ambientes de Crise;
  • Neutralidade, Imparcialidade e Independência Operacional;
  • Interoperabilidade e Multissetorialidade;
  • Hierarquia Funcional e Disciplina organizacional Civil-Militar sob protocolos internacionais.


ESTRUTURA OPERACIONAL


  • Comando Geral: definição de diretrizes e articulação institucional;
  • Superintendência Geral: articulação estratégica;
  • Coordenação Operacional: planejamento e execução de missões;
  • Unidades Técnicas Especializadas: resposta, inteligência, logística, comunicação;
  • Corpo Voluntário e Profissional: força de execução e apoio.


AMBIENTE DE AÇÃO


  • Cenários de normalidade institucional com prevenção e capacitação;
  • Situações de emergência em crises sociais;
  • Situações de emergência em desastres e catástrofes;
  • Contextos de operações institucionais e interagências;
  • Ambientes de cooperação internacional humanitária.


CORPO DE VOLUNTÁRIOS


Formamos um corpo organizado de homens e mulheres — civis e militares — provenientes de diversas áreas do conhecimento e da atuação profissional, entre eles policiais, médicos, magistrados, advogados, jornalistas, psicólogos, terapeutas e outros especialistas. Todos dedicam voluntariamente seu tempo, experiência e conhecimento ao desenvolvimento de ações de assistência humanitária.



EFEITO ESTRATÉGICO ESPERADO


  • Redução de vulnerabilidades sociais e institucionais;
  • Aumento da eficiência na resposta a crises;
  • Fortalecimento da confiança entre sociedade e instituições;
  • Consolidação de uma cultura de segurança, resiliência e cooperação
  • Consolidação dos tratados internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH).

“Nós cuidamos de quem protege.” 

Assistência

Assistência

Assistência

Prestamos assistência institucional, social, inter-religiosa e humanitária a governos, civis e servidores das forças de defesa, das polícias, da segurança pública, justiça, e aos profissionais que atuam em situações de crises, emergências e catástrofes, bem como a população em geral.  

Visão

Assistência

Assistência

Ser referência na tradução e aplicação estratégica das pautas globais sobre  paz e o aprimoramento da segurança nacional e internacional, o desenvolvimento de novas ideias e a formação de líderes preparados para os desafios do nosso tempo.

Missão

Assistência

Compromisso

Buscamos a construção de sociedades mais seguras, justas e resilientes. Fortalecemos e valorizamos aqueles que, diariamente, dedicam suas vidas ao propósito de proteger, servir e salvar vidas. 

“Nós cuidamos de quem protege.” 

   

Compromisso

Direitos Humanos

Compromisso

Atuamos para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas (ONU) e no alinhamento aos propósitos da Segurança Humana (Human Security) e da agenda de Mulheres, Paz e Segurança (Women, Peace and Security - WPS) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). 

Direitos Humanos

Direitos Humanos

Direitos Humanos

 Acreditamos que todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Defendemos o respeito universal aos direitos humanos fundamentais e a igualdade de oportunidades para todos, sem distinção de raça, sexo, nacionalidade, religião ou qualquer outra condição. 

Valorização

Direitos Humanos

Direitos Humanos

 Promovemos o reconhecimento, a proteção e o fortalecimento dos profissionais que atuam na segurança pública, defesa, justiça e ambientes forenses, incentivando ações que preservem sua dignidade, bem-estar, desenvolvimento humano e excelência no exercício de suas funções. 

CERTIFICAÇÕES E CORRELAÇÕES

Somos  formalmente autorizados pelo Ministério da Defesa do Brasil à obtenção do Código NCAGE, após análise e validação institucional, evidenciando conformidade cadastral, regularidade jurídica e idoneidade organizacional para integração ao sistema internacional de catalogação da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). O código também integra estrutura interoperável com plataformas do governo federal dos Estados Unidos, como a Defense Logistics Agency (DLA) e o System for Award Management (SAM.gov).

  
Possuímos, Status de Associado ao United Nations Department of Global Communications Civil Society Organizations  (DGCCSO/UN); cadastro ativo e validado na plataforma Indico.UN; Banco de Dados de Organizações da Sociedade Civil do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais UN-DESA; Cadastro no UNODC agências da ONU responsável por coordenar ações globais de combate ao tráfico de drogas e solicitação de status consultivo no Conselho Econômico e Social ECOSOC-UM.
 

Cadastro nos sistemas oficiais da Organização das Nações Unidas: Sociedade Civil das Nações Unidas DGC/ONU; UN Partner Portale; United Nations Global Marketplace(UNGM); UN-DESA; UNODC; ECOSOC-UN; OSOCCO; OCHA-UN; UNITAR e outras plataformas internacionais.


Filiados à International Association of Chiefs of Police(IACP), uma das mais antigas — com 132 anos de história — e mais influentes organizações internacionais de chefes de polícia do mundo. Associadas à Union of International Associations(UIA), entidade internacional de monitoramento e reconhecimento de organizações globais; e à United for Human Rights (UHR), organismo de atuação global na promoção dos direitos humanos.
 

Nossa atuação institucional colabora com mecanismos e organismos internacionais humanitários, resposta a desastres, direitos humanos, segurança e capelania, tais como: MECODE — Mecanismo de Cooperação em Desastres; UN-CMCoord — Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas; UNOCHA — Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários; ACNUDH/OHCHR — Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos; NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre — Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN; UNODC — Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime; e a Capelania Institucional da IPC — International Police Chaplains.

Segurança Pública Humanizada SPH

O nosso programa: Segurança Pública Humanizada constitui um princípio institucional orientado à proteção da vida, à preservação da dignidade humana e ao fortalecimento das instituições responsáveis pela segurança, defesa, justiça e proteção da sociedade. Trata-se de uma abordagem que reconhece que a efetividade da segurança pública não se limita à capacidade operacional do Estado, mas também depende da valorização, da preparação e do cuidado permanente com os profissionais que exercem, diariamente, a missão de proteger, servir e salvar vidas.


Seu propósito é estabelecer uma visão integrada de segurança, na qual autoridade legítima, eficiência operacional, direitos humanos, prevenção, assistência, capacitação e responsabilidade institucional atuem de forma complementar. A humanização da segurança não significa redução da autoridade ou da capacidade de resposta das instituições; significa qualificá-las, fortalecendo sua legitimidade, sua capacidade de prevenção e sua atuação responsável diante de conflitos, crises, emergências e situações de vulnerabilidade.


Nesse modelo, o profissional das forças de defesa, das polícias, da segurança pública, do sistema de justiça e dos ambientes forenses é reconhecido também como ser humano, servidor e agente de proteção, sujeito a elevados níveis de responsabilidade, exposição a riscos e pressão operacional. Por essa razão, a assistência e a valorização desses profissionais constituem elementos estratégicos para a sustentabilidade das instituições e para a qualidade do serviço prestado à sociedade.


A Segurança Pública Humanizada promove, portanto, uma cultura institucional baseada na proteção da vida, respeito à dignidade, prevenção da violência, mediação de conflitos, fortalecimento da cultura de paz, assistência psicossocial, educação, cidadania, ética, responsabilidade e valorização profissional.

Busca criar mecanismos de cooperação capazes de aproximar instituições públicas, organizações da sociedade civil, profissionais, comunidades e demais atores envolvidos na construção de ambientes mais seguros, resilientes e socialmente responsáveis.


Essa abordagem também compreende que 

cuidar de quem protege é uma dimensão estratégica da própria segurança pública. Profissionais preparados, valorizados e amparados possuem melhores condições para exercer suas atribuições com equilíbrio, responsabilidade, discernimento e eficiência, especialmente em cenários de crise, desastres, conflitos sociais, emergências humanitárias e operações de elevada complexidade.


O propósito é, assim, contribuir para uma segurança pública mais preparada, integrada, preventiva, responsável e humanizada, sem afastar os princípios de autoridade, disciplina, legalidade e eficiência que estruturam as instituições de proteção. A humanização não substitui a segurança: qualifica a segurança.


Por meio da cooperação civil-militar, da capacitação técnica e doutrinária, da assistência institucional, da promoção dos direitos humanos e da articulação entre diferentes setores da sociedade, buscamos fortalecer uma rede de proteção capaz de atuar antes, durante e depois das crises, preservando vidas, reduzindo vulnerabilidades e contribuindo para a estabilidade social.


Segurança Pública Humanizada é, acima de tudo, compreender que proteger a sociedade também significa proteger aqueles que assumem a missão de protegê-la.


Nós cuidamos de quem protege.

Cooperação Civil-Militar em Operações de Paz (COpPaz)

Nosso programa de Cooperação Civil-Militar em Operações de Paz (COpPaz) constitui um eixo estratégico de integração, coordenação e articulação entre estruturas militares, órgãos governamentais, organizações da sociedade civil, instituições humanitárias, organismos internacionais e demais atores civis envolvidos na prevenção de conflitos, na proteção da população e na promoção da paz e da estabilidade.


Seu propósito é favorecer a unidade de esforços, a coordenação interinstitucional e a complementaridade de capacidadesem ambientes caracterizados por crises, conflitos, emergências humanitárias, desastres, instabilidade social e processos de reconstrução e recuperação. A COpPaz busca estabelecer mecanismos de diálogo e cooperação que permitam compreender o ambiente operacional em sua dimensão política, social, humanitária, econômica, cultural e de segurança.


A cooperação civil-militar não pressupõe a substituição das competências próprias de cada instituição. Ao contrário, fundamenta-se no respeito aos mandatos, às responsabilidades, à autonomia institucional e aos princípios jurídicos aplicáveis, promovendo uma atuação coordenada naquilo que for comum ou complementar aos objetivos de proteção da vida, assistência à população, estabilização e construção da paz.


Em operações de paz, a interação entre os componentes civis e militares pode contribuir para o compartilhamento responsável de informações, a identificação de necessidades da população, a coordenação de ações de assistência, a redução de tensões, o fortalecimento das capacidades locais e a criação de condições favoráveis à recuperação e à estabilidade. Essa interação exige preparo técnico, compreensão intercultural, disciplina institucional, comunicação adequada e profundo conhecimento dos princípios que regem a atuação em ambientes de conflito e pós-conflito.


A COpPaz também reconhece a importância dos atores locais e das organizações da sociedade civil como elementos fundamentais para a compreensão das realidades comunitárias e para a construção de soluções sustentáveis. A aproximação responsável com comunidades, lideranças, instituições sociais e organizações humanitárias pode ampliar a capacidade de prevenção, fortalecer a confiança e contribuir para a legitimidade das iniciativas voltadas à paz.


Nesse contexto, a capacitação assume papel central. A preparação de militares, profissionais de segurança, agentes públicos, especialistas, voluntários e representantes da sociedade civil deve contemplar temas como operações de paz, direitos humanos, direito internacional humanitário, proteção de civis, gestão de crises, mediação, negociação, comunicação intercultural, assistência humanitária, proteção de grupos vulneráveis e coordenação interinstitucional.


A COpPaz busca, portanto, desenvolver uma cultura de cooperação baseada em confiança, profissionalismo, interoperabilidade, responsabilidade, respeito à dignidade humana e compromisso com a paz. Seu objetivo não é militarizar a ação civil nem civilizar a atividade militar, mas estabelecer uma plataforma de entendimento e coordenação na qual diferentes capacidades possam contribuir, dentro de seus respectivos mandatos, para objetivos comuns.


Em ambientes complexos, a paz sustentável depende da capacidade de diferentes instituições trabalharem de maneira coordenada. A Cooperação Civil-Militar em Operações de Paz representa, nesse sentido, uma ferramenta de aproximação institucional capaz de conectar segurança, assistência, diplomacia, direitos humanos, desenvolvimento e participação social em torno de um propósito maior: proteger vidas, reduzir vulnerabilidades, prevenir a escalada de conflitos e contribuir para a construção de sociedades mais seguras, resilientes e pacíficas.


COpPaz: diferentes capacidades, responsabilidades distintas e um propósito comum — construir condições para a paz.

ORGANISMO DE COLABORAÇÃO VOLUNTÁRIA

No Brasil, na qualidade de Organização da Sociedade Civil (OSC) e entidade declarada de interesse público, atuamos como organismo colaborador complementar em ações humanitárias, assistenciais, espirituais, sociais e biopsicossociais voltadas aos profissionais da segurança pública, operadores da lei e ambientes forenses, com participação institucional as diretrizes da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) - Decreto nº 9.489/2018 e Decreto nº 10.822/2021; Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida) Lei federal nº 14.531/2023; Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/2007; Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS) Lei nº 13.819/2019. Mecanismos das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) - LEI FEDERAL Nº 13.675/2018.

PROTOCOLOS DE AGÊNCIA HUMANITÁRIA

Como uma agência humanitária de caráter institucional de mecanismo multilateral, voluntário e de cooperação técnica-operacional entre governos soberanos, autoridades militar e segmentos organizados da sociedade civil. Atuamos sob estrita observância dos princípios da neutralidade operacional, imparcialidade funcional e independência institucional, de coordenação civil-militar com aderência às cadeias formais de comando, coordenação e controle aplicáveis em operações multinacionais e interagências.


Nossas atividades são executadas em conformidade com os protocolos internacionais: MECODE (Mecanismo de Cooperação em Desastres), UN-CMCoord (Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas), UNOCHA (Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários), ACNUDH/OHCHR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos), NATO Euro-Atlantic Disaster Response Coordination Centre (Centro de Coordenação de Resposta a Desastres da OTAN) e UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), além da Capelania institucional da IPC (International Police Chaplains).


MECODE

O Mecanismo de Cooperação em Desastres (MECODE) é um instrumento internacional de coordenação e ajuda humanitária, criado para permitir que países americanos e organizações atuem de forma conjunta em grandes desastres, naturais ou provocados pelo homem, como enchentes, terremotos, incêndios florestais, pandemias ou crises humanitárias. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a ajuda chegue de forma mais rápida, organizada e sem conflitos de comando, respeitando a soberania do país afetado. Foi desenvolvido pela Junta Interamericana de Defesa (JID), a pedido da Conferência de Ministros da Defesa das Américas (CMDA).


UN-CMCoord

A Coordenação Civil-Militar das Nações Unidas (UN-CMCoord) funciona como uma estrutura de coordenação para organizar o relacionamento entre agências humanitárias, autoridades civis e forças militares, evitando conflitos de atuação, duplicidade de esforços e riscos desnecessários à população afetada. É aplicada em contextos como conflitos armados, desastres naturais e outras crises complexas, especialmente quando recursos militares e de defesa civil são utilizados em apoio às operações humanitárias. Seu objetivo é proteger e promover a humanidade, a neutralidade, a imparcialidade e a independência da ação humanitária. 


UNOCHA

O Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (UNOCHA) é o órgão das Nações Unidas responsável por coordenar a resposta internacional em situações de crise humanitária, como conflitos armados, desastres naturais e outras emergências de grande escala. Sua atuação busca mobilizar ajuda, compartilhar informações, apoiar operações humanitárias e defender a proteção das populações afetadas. Ele funciona como um sistema de coordenação para que a assistência humanitária chegue de forma rápida, organizada e eficaz, promovendo a cooperação entre governos, agências da ONU, organizações humanitárias e demais parceiros, com base nos princípios da humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência.


ACNUDH / OHCHR

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH / OHCHR) é o principal órgão das Nações Unidas dedicado à promoção e à proteção dos direitos humanos em todo o mundo. Seu mandato foi estabelecido pela Assembleia Geral da ONU, com a finalidade de promover e proteger o pleno exercício de todos os direitos humanos por todas as pessoas. Ele funciona como um organismo internacional de promoção, monitoramento e apoio técnico, acompanhando violações de direitos humanos, incentivando a adoção de padrões internacionais, oferecendo assistência a Estados e instituições e fortalecendo mecanismos de proteção em níveis local, nacional, regional e internacional. 


EADRCC

O Centro Euro-Atlântico de Coordenação de Resposta a Desastres (EADRCC) é o principal mecanismo da OTAN para coordenação de assistência internacional em situações de desastres naturais ou provocados pelo homem. Foi criado para apoiar países afetados, facilitando a cooperação entre nações aliadas e parceiras na resposta a emergências de grande escala. Ele funciona como um sistema de coordenação que centraliza pedidos de ajuda e organiza a mobilização de recursos civis e militares, como equipes de busca e resgate, apoio médico, logística e suprimentos. Sua atuação garante que a assistência seja prestada de forma rápida, organizada e eficiente, evitando duplicidade de esforços e respeitando a soberania do país afetado.


DH e DIH

Pautamos nossas diretrizes nos mais rigorosos padrões e instrumentos internacionais de Direitos Humanos (DH) e Direito Internacional Humanitário (DIH), incluindo os: tratados das Nações Unidas (ONU), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC); diretrizes da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN); Convenções de Genebra e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV); e tratados da Organização dos Estados Americanos (OEA).

COLABORAÇÃO ÀS AUTORIDADES

Como uma instituição de representação e treinamento educacional promovemos uma filosofias de treinamento e princípios educacionais que incentivam a liderança responsável, a conscientização entre órgãos e o envolvimento cooperativo com os objetivos mais amplos das organizações internacionais de segurança pública e comunidades locais e globais.

Reconhecemos o importante papel desempenhado por instituições internacionais e nacionais dedicadas à segurança pública como a AMERIPOL, UNIPOL, INTERPOL, EUROPOL, Federal Bureau of Investigation (FBI), Polícia Federal e outras. Essas instituições ajudam a promover a cooperação global, o compartilhamento de informações e as respostas coordenadas aos desafios de segurança pública global.


No Brasil, somos uma organização voluntariada das diretrizes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) Lei federal nº 14.531/2023 - Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS) Lei Federal nº 13.675/2018 - Decreto nº 9.489/2018 - Decreto nº 9.630/2018 - Decreto nº 10.822/2021 – Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI) Lei nº 11.530/200 - Lei nº 13.819/2019 — Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio (PNPAS). 

PRINCIPAL LINHA DE ATUAÇÃO

A defesa da vida daqueles que dedicam sua existência à proteção da sociedade tornou-se uma das causas mais urgentes da segurança pública contemporânea. Entre os diversos desafios enfrentados pelas instituições de defesa, polícia e operadores da lei, é o crescente número de casos de autoextermínio entre profissionais da área. Diante dessa realidade, a nossa principal bandeira na capelania é clara e inegociável: combater e reduzir o autoextermínio entre os operadores da lei, promovendo uma cultura institucional de cuidado, prevenção e valorização da vida.

NOTA ÀS AUTORIDADES

A United Peacemaker, IPC, DDUDH, DPC e CAPOLBRAS são programas institucionais com declaratória de interesse público realizam ações humanitárias de apoio institucional de forma independente, oferecendo assistência, acompanhamento, mediação humanitária, apoio espiritual, missões de busca humanitária e cooperação internacional, sempre em conformidade com a legislação aplicável e o direito internacional humanitário.


A atuação se dá dentro dos limites legais, éticos e humanitários, garantindo o respeito à soberania dos Estados, à legalidade internacional e à dignidade humana. Nossa trabalho permanece estritamente voltado à capelania, ao apoio humanitário e institucional, sem substituir ou interferir nas funções de órgãos governamentais ou agências policiais.


Não somos estruturalmente vinculado a qualquer órgão oficial de aplicação da lei, seja nacional ou internacional. Os nomes, as insígnias, os emblemas e marcas de identificação são usados exclusivamente para indicar a filiação a uma organização internacional de caráter humanitário e de capelania, dedicada à construção da paz, à proteção civil, ao apoio espiritual, à promoção dos direitos humanos e à segurança global, sem implicar qualquer autoridade policial ou poder coercitivo, nem funções investigativas ou mandatárias.


Nenhum filado ou membro realiza investigações criminais ou possui poder de polícia. A organização não substitui ou representa governos, forças policiais, ministérios do interior ou agências de segurança pública, tanto nacionais quanto internacionais.


Crachás de identificação, distintivos e uniformes têm caráter exclusivamente institucional e associativo e não conferem autoridade legal, policial ou funcional. Seu uso não representa organismos de segurança estatal ou qualquer órgão governamental.


O uso indevido da marca, crachás de identificação, distintivos ou uniformes viola os regulamentos internos e pode resultar em infrações legais, sujeitando o responsável a responsabilidades civis, administrativas e penais. O descumprimento das normas poderá acarretar advertência, suspensão ou cancelamento da licença, recolhimento do material institucional e, quando necessário, comunicação às autoridades competentes.


Qualquer tentativa de alterar, reproduzir ou falsificar nossos certificados, distintivos e marcas constitui crime, e o infrator será responsabilizado conforme a lei aplicável. IEMC se reserva o direito de revogar qualquer documento fraudulento e de tomar as medidas legais cabíveis.


Rogério Reis
Comandante Geral
"Nós cuidamos de quem protege."

Nossa Identidade

Somos:

Uma organização da socedade civil brasileira (OSC), autonoma, sem fins lucrativos, de interesse público e relevância social;  apartidária, não governamental e sem exercício de poder estatal.

NÃO somos: 

Uma (ONG) tradiconal dependente de subsídios estatais, subordinada a interesses governamentais, políticos, religiosos e ideológicos. 

Somos:

Uma organização que coloca o ser humano no centro de sua atuação, promovendo dignidade, paz, justiça integridade, responsabilidade e cooperação institucional.

 NÃO somos: 

 Uma entidade puramente comercial, operando exclusivamente sob a lógica de mercado, buscando geração de lucro ou pela exploração econômica de suas atividades.

Somos:

Uma organização com capelania de assistência espiritual e humanitária que respeita a liberdade de consciência e de crença, sem proselitismos, imposição da fé, respeitando a  dignidade de cada pessoa. 

NÃO somos: 

Uma capelania de doutrinação religiosa. Não promovemos proselitismo, não impomos crenças e respeitamos integralmente a liberdade de religião.   

Somos:

Uma organização que usa logomarcas registtradas, cartões, distintivos e uniformes para identificação exclusivamente institucional.  

NÃO somos: 

Não comercializamos certificados, carteiras funcionais, credenciais ou uniformes como forma de conferir autoridade pública, poder estatal ou habilitação profissional.

Somos:

 Uma organização oficialmente com registros, cadastros e credenciamentos em plataformas ou ecossistemas institucionais da ONU, da OTAN e de governo. 

  NÃO somos: 

  Não representamos ou mantemos vículo de credenciamento em nome de qualquer órgão, agência ou entidade integrante dessas estruturas.  

Somos:

Somos uma estrutura híbrida que combina líderes sociais para atividades voluntárias, sem vínculo de emprego ou serviço público, atuando junto à governos e iniciativas privadas.

NÃO somos: 

Não substituímos agentes públicos, não exercemos funções próprias do Estado e não conferimos autoridade ou prerrogativas de agentes públicos.  

ÓRGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS

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