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INSTITUCIONAL

Em um cenário global marcado por desafios crescentes à segurança pública, onde a pressão emocional, social e humana sobre os profissionais da linha de frente se intensifica diariamente, a excelência no cuidado deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade urgente e inadiável.


As nações mais avançadas compreenderam que não basta preparar homens e mulheres para proteger a sociedade; é essencial cuidar de quem carrega o peso das decisões difíceis, do risco constante e das marcas invisíveis deixadas pelo serviço. Por essa razão, modelos internacionais bem-sucedidos passaram a incorporar a capelania como apoio estratégico, ético e humano, reconhecendo seu valor como um serviço qualificado de aconselhamento, presença confiável e suporte integral à vida.


Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo reconheceu uma realidade que não pode ser ignorada: aqueles que atuam sob extrema pressão, tomam decisões críticas e lidam diariamente com a dor humana também precisam de cuidado. Por isso, capelães foram oficialmente integrados como conselheiros espirituais, emocionais e éticos nas estruturas institucionais. Eles não estão à margem; estão no centro da ação. Caminham com soldados em zonas de guerra, com policiais em situações de crise, com agentes de segurança em cenários de risco e com famílias marcadas pelo luto.


O capelão, nesse contexto, não é apenas uma figura religiosa, mas uma presença humana qualificada, confiável e respeitada. Ele aconselha líderes, ampara aqueles que sofrem em silêncio, previne colapsos emocionais e ajuda a preservar vidas antes que o pior aconteça. Essa visão tem salvado carreiras, famílias e histórias, pois compreende que força sem cuidado gera desgaste, e autoridade sem apoio gera solidão.


Essa mesma consciência precisa amadurecer no Brasil e em outras nações, no que diz respeito à realidade dos operadores da lei, profissionais da segurança pública e ambientes forenses, marcados por pressão constante, exposição à violência, decisões complexas e cicatrizes invisíveis. Ignorar essa realidade é negligenciar aqueles que protegem a sociedade todos os dias.


A INTERNATIONAL POLICE CHAPLAINS carrega a convicção de que a presença do capelão qualificado fortalece instituições, preserva vidas, previne colapsos emocionais e contribui para decisões mais equilibradas em contextos de alta pressão. Somos guiados por quatro princípios fundamentais: Fé, Honra, Justiça e Amor. Esses valores são a base que nos permite atravessar fronteiras e abrir canais de assistência humanitária para servir àqueles que dedicam suas vidas à segurança pública, oferecendo apoio integral em momentos de crise, assegurando que o apoio chegue a quem mais necessita, seja em tempos de paz ou em situações de conflito.


Nosso trabalho busca garantir que cada membro esteja preparado técnica, emocional e eticamente para responder com sensibilidade, equilíbrio e precisão em cenários complexos, sempre respeitando as legislações locais e os princípios internacionais que regem a capelania vinculada às forças de defesa, à polícia, ao sistema de justiça e ao atendimento à população civil. A presença de capelães devidamente preparados propõe equilíbrio, sendo uma ponte entre o caos e a paz, alguém que escuta quando ninguém mais escuta.


Mais do que uma instituição de formação, somos uma rede internacional comprometida com qualidade, responsabilidade e impacto real. Nossa atuação promove cooperação estratégica, intercâmbio de boas práticas e alinhamento aos mais elevados padrões éticos, técnicos e humanitários, oferecendo conhecimento imparcial, prático e relevante a civis, policiais, militares e operadores da segurança pública.


Se você já atua como capelão ou se sente chamado para essa missão, sinta-se acolhido e seja muito bem-vindo. É um privilégio tê-lo conosco. Torne-se parte da INTERNATIONAL POLICE CHAPLAINS.


QUEM SOMOS

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PRERROGATIVAS

LICENÇA INTERPOL

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NOTA ÀS AUTORIADES

Inscreva-se

QUEM SOMOS

A INTERNATIONAL POLICE CHAPLAINS (INTERPOL CHAPLAINS) é uma organização independente, sem fins lucrativos e não governamental, dedicada a congregar, formar e representar capelães e profissionais que atuam no suporte emocional, espiritual e humanitário junto às forças de defesa, à polícia, aos operadores da lei, ao sistema de justiça e aos ambientes forenses em diferentes nações.


Nossa atuação é pautada pelo compromisso com a proteção da vida, da dignidade humana e dos direitos fundamentais, especialmente em contextos de segurança pública, crises humanitárias, conflitos armados, desastres, deslocamentos forçados e situações de alta vulnerabilidade social.

 

Com sede no Brasil e representação internacional, a INTERPOL CHAPLAINS é oficialmente reconhecido como serviço de Utilidade Pública, devidamente constituída e cadastrada no Mapa das Organizações da Sociedade Civil (MOSC) sob o nº 1428154, na base de dados pública do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) – Ministério do Planejamento e Orçamento. A organização conta ainda com certificações e reconhecimentos de agências governamentais, organizações não governamentais e instituições intergovernamentais, o que legitima sua presença e atuação em cenários nacionais e internacionais de cooperação na segurança pública.


MISSÃO, VISÃO E VALORES


- Nossa missão é atuar como uma ponte institucional entre a sociedade civil, as estruturas de segurança pública e os organismos internacionais, promovendo o diálogo, a mediação humanitária, a capacitação contínua e o apoio integral aos profissionais que servem à paz e à justiça. Buscamos fortalecer a cooperação transnacional na aplicação da lei humanitária, na proteção civil e na resposta integrada a crises, oferecendo suporte emocional, espiritual e humanitário tanto aos profissionais da segurança pública e do sistema de justiça quanto às populações afetadas por conflitos e emergências. 


- Nossa visão é ser reconhecida como uma rede global de assistência humanitária, focada no suporte à saúde mental, espiritual e social dos profissionais da linha de frente da segurança pública. Almejamos nos tornar uma capelania de polícia de referência global, proporcionando formação e qualificação de excelência para aqueles que atuam em prol da segurança, da justiça e da paz mundial. 


- Nossos valores são fundamentados na dignidade humana como princípio inegociável, na proteção da vida em todas as suas dimensões, na defesa da fé, e no respeito irrestrito à vida. Defendemos a neutralidade, ética e imparcialidade humanitária, buscando sempre a cooperação internacional e o diálogo institucional como meios de fortalecer o trabalho conjunto. Comprometemo-nos com a excelência tanto na formação quanto na prestação de serviços, sempre com foco na paz, na justiça e na reconciliação, promovendo um impacto positivo nas comunidades e nos profissionais que atuam pela segurança e bem-estar coletivo. 


PRERROGATIVAS

   

A atuação da INTERNATIONAL POLICE CHAPLAINS está amparada por uma sólida base jurídica, tanto nacional quanto internacional, que garante a legitimidade institucional da organização e a proteção funcional de seus membros no exercício de atividades humanitárias, diplomáticas e de apoio à aplicação da lei.


No Brasil, a INTERPOL CHAPLAINS é um programa reconhecido como uma Organização da Sociedade Civil (OSC) de Utilidade Pública, e tem a capacidade de firmar parcerias e cooperações com entes públicos e privados, nacionais e internacionais. Em âmbito internacional, cada membro na condição de Diplomata Civil, está protegido pelo Boletim das Nações Unidas de 1999 (Artigo 9.4) e pelas Convenções de Viena de 1949, 1961 e 1963 (Artigo 24), que asseguram proteção funcional, reconhecimento internacional e salvaguardas jurídicas no desempenho de suas funções humanitárias.


Ademais, o Tribunal Penal Internacional (TPI) prevê expressamente a proteção a indivíduos que desempenham funções humanitárias e espirituais, como os capelães, e a responsabilização penal internacional por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio. Esses crimes são sujeitos a processo, julgamento e eventual punição perante o TPI.


Como associado da INTERPOL CHAPLAINS, cada integrante está comprometido com o cumprimento do direito internacional, a promoção da segurança global e o fortalecimento da cooperação entre as nações. Suas ações estão alinhadas aos princípios e objetivos estabelecidos em diversos acordos internacionais, como a Carta das Nações Unidas e Convenções de Genebra: Convenções de Genebra e a Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (Convenção de Palermo): Convenção de Palermo.
 

Tendo em conta estes compromissos, solicitamos respeitosamente que todas as autoridades competentes prestem a assistência e a proteção necessárias aos nossos membros, permitindo-lhes desempenhar as suas funções de forma eficaz e sem impedimentos.

Inscreva-se

FAÇA PARTE

A associação à International Police Chaplains (Interpol Chaplains) confere aos membros uma identidade distinta e uma posição de destaque global. Ser associado, é um claro indicador de alta formação e capacidade para prestar um serviço de excelência no campo assistencial governamental e na capelania institucional.


A filiação garante um certificado oficial, listado no site da organização, que atesta o reconhecimento internacional e a excelência nas responsabilidades atribuídas aos capelães de polícia. A associação também qualifica o membro a participar de diversas atividades da organização, autoridades e governo, como work shops, cursos de formação e projetos inovadores, essenciais para o aprimoramento contínuo da prática profissional no campo policial.


Os associados têm a vantagem de utilizar o selo digital da Interpol Chaplains em seus perfis e redes sociais, transmitindo uma imagem profissional sólida e alinhada aos valores da organização. A associação oferece ainda oportunidades para explorar novas culturas e estabelecer conexões com profissionais de diferentes países e contextos.

  

QUEM PODE SE ASSOCIAR? Qualquer pessoa, independentemente de religião ou nacionalidade, que possua moral íntegra e se comprometa com a cooperação humanitária.

  

POR QUE SE ASSOCIAR? A associação oferece acesso a capacitação contínua para atuar de forma eficaz em um ambiente global. Os membros têm a oportunidade de participar de missões humanitárias ao redor do mundo, com foco em capelania, assistência a comunidades afetadas por desastres, conflitos e crises humanitárias. O trabalho inclui o fornecimento de alimentos, apoio psicossocial, gestão em situações de crise e programas educacionais, impactando diretamente a qualidade de vida das pessoas.

  

COMO PARTICIPAR? A adesão é simples e acessível. Basta preencher o formulário, atender aos critérios de elegibilidade, realizar cursos de qualificação e participar do treinamento especializado e contínuo para atuar em missões humanitárias globais.

  

GARANTIA DE ATUAÇÃO: Ao receber nossa indicação, respaldada pela sólida reputação que construímos junto aos órgãos de segurança pública e esferas governamentais, o associado adiciona um diferencial significativo e amplamente reconhecido ao seu currículo. Combinado com suas competências, experiências e as redes de relacionamento que colocamos à disposição, o associado estará plenamente preparado para atuar com eficácia e credibilidade. Estima-se que, em média, 75% dos nossos membros conquistam a autonomia para exercer suas funções. Além disso, em diversos países, estados e municípios, existem legislações específicas que regulamentam a legitimidade da atuação do membro. 


A Interpol Chaplains oferece uma experiência internacionalmente reconhecida, com parcerias globais que abrem portas para novas oportunidades em áreas humanitárias, militares, governamentais e comunitárias. Suas ações terão um impacto real e duradouro, promovendo apoio, reconstrução de comunidades em risco e justiça social.


Junte-se à nós. Você ajudará a transformar vidas, fortalecer comunidades e construir um mundo mais justo e pacífico. Clique no botão abaixo e se associe agora para começar sua jornada conosco e fazer a diferença!

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PLATAFORMA GLOBAL

A  INTERPOL CHAPLAINS mantém  uma plataforma global de formação e integração institucional, criada para conectar pessoas e organizações comprometidas com o desenvolvimento humano, a paz, a ação humanitária e a segurança pública. Oferece formação online sob demanda, com acesso global e custo mínimo ou gratuito, baseada em conteúdos técnicos e acadêmicos utilizados em centros internacionais de manutenção da paz e segurança.


Por meio de soluções tecnológicas modernas, a plataforma elimina barreiras geográficas e linguísticas, promovendo inclusão, acessibilidade e democratização do conhecimento nas áreas de capelania, diplomacia humanitária e apoio às forças de defesa, à polícia e ao sistema de justiça. Seu compromisso é fornecer conhecimento imparcial, prático e ético, fortalecendo instituições, preservando vidas e ampliando a cooperação internacional.


A proposta central da plataforma é a excelência, promovendo intercâmbio com a troca de experiências, de conhecimento e a construção colaborativa de soluções, permitindo a interação entre profissionais, voluntários e instituições de diferentes países e contextos. Essa integração ocorre mesmo entre nações, organizações ou entidades que não mantêm vínculos diretos entre si, respeitando integralmente a soberania dos Estados, as legislações locais e os marcos internacionais vigentes.


Além da formação, a plataforma oferece apoio institucional e técnico, criando espaços seguros para diálogo, mentoria, cooperação humanitária, desenvolvimento de projetos e fortalecimento de redes de atuação. O ambiente digital e institucional facilita a circulação de boas práticas, estudos de caso, metodologias e experiências bem-sucedidas, ampliando o impacto coletivo das ações desenvolvidas pelos filiados.


Tenha uma formação de excelência, estude na INTERPOL CHAPLAINS. 

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PRERROGATIVAS

A  International Police Chaplains, esclarecer e certificar, perante autoridades consulares, diplomáticas, governamentais e internacionais, a condição jurídica do Capelão International da Police Chaplains, que atua na qualidade de Diplomata Civil, condicionado ao exercício exclusivo de funções religiosas, humanitárias e institucionais de capelania.


No desempenho de suas atribuições oficiais, o referido Capelão encontra-se amparado por instrumentos jurídicos internacionais amplamente reconhecidos, que lhe asseguram imunidade funcional, proteção pessoal e inviolabilidade documental, nos termos do Direito Internacional vigente.


- No âmbito da diplomacia civil, humanitária e institucional, não configurando representação oficial de Estado soberano nem usurpação de funções governamentais ou policiais. Tal atuação é compatível com o ordenamento jurídico internacional e encontra respaldo na Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas de 1961, a qual, embora regule as relações entre Estados, não veda a atuação diplomática civil, humanitária ou institucional por organizações da sociedade civil, desde que observados os limites legais aplicáveis.


- Nos termos do Direito Internacional Humanitário, as Convenções de Genebra de 1949 e seus Protocolos Adicionaisreconhecem o “personnel religieux” (pessoal religioso) como categoria juridicamente protegida, sujeita a um regime específico de respeito, proteção e neutralidade, plenamente aplicável aos capelães que atuam em contextos humanitários, de crise ou de conflito.


- O Protocolo Adicional I de 1977, especialmente o Artigo 33, assegura que o pessoal religioso, incluindo capelães, seja protegido durante conflitos armados, garantindo-lhes o direito de exercer suas funções espirituais, sendo expressamente vedados ataques, represálias ou detenções arbitrárias.


- Norma Costumeira e Princípio da Neutralidade. A prática internacional consolidada e a doutrina especializada, incluindo os estudos do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (ICRC), confirmam a proteção conferida aos capelães pela norma costumeira do Direito Internacional Humanitário, notadamente a Regra 27 – Pessoal Religioso, condicionada ao exercício exclusivo de funções religiosas e à não participação direta em hostilidades.


- O princípio da neutralidadeassegura que o pessoal religioso não participe de hostilidades nem seja alvo de ataques, independentemente de filiação religiosa ou institucional, desde que atue exclusivamente em funções espirituais e humanitárias.


- A Carta da ONU, em seus Artigos 1º, 55 e 56, estabelece como objetivos fundamentais: A promoção da paz e da segurança internacional; A cooperação internacional em questões humanitárias; A proteção da dignidade da pessoa humana, dos direitos humanos e das liberdades fundamentais. A atuação da capelania internacionale do capelão como diplomata civilencontra plena compatibilidade com esses objetivos, sobretudo no apoio humanitário, espiritual e psicossocial em contextos de crise.


- Declaração Universal dos Direitos Humanos, especialmente em seus Artigos 18 e 19, garante: A liberdade de pensamento, consciência e religião; O direito de manifestar crença, culto e prática religiosa, individual ou coletivamente. A capelania constitui instrumento legítimo de concretização desses direitos, especialmente em ambientes institucionais, humanitários, militares ou de privação de liberdade.


- Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos – PIDCP (1966), em seu Artigo 18, reafirma a liberdade religiosa e reconhece o direito de assistência espiritual, inclusive por meio de ministros religiosos, capelães e representantes legitimamente constituídos. Esse pacto reforça a legitimidade do capelão como agente civil especializado em assistência religiosa, inclusive em contextos internacionais.


- Convenção Europeia dos Direitos Humanos (1950) (referência interpretativa internacional). A jurisprudência da Corte Europeia de Direitos Humanos reconhece reiteradamente a capelania institucionalcomo expressão legítima da liberdade religiosa, inclusive em forças armadas, hospitais, prisões e missões internacionais, servindo como fonte interpretativa relevante no direito comparado.


- Regras Mínimas das Nações Unidas para o Tratamento de Pessoas Privadas de Liberdade (Regras de Mandela – 2015). As Regras de Mandelareconhecem expressamente o direito de acesso à assistência religiosapor ministros e capelães, reafirmando a legitimidade institucional da capelania como atividade humanitária e de proteção da dignidade humana.


- Resoluções do Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), reconhecem o papel de organizações da sociedade civil, religiosas e humanitárias como parceiras legítimas na promoção da paz, dos direitos humanos e da assistência humanitária, conferindo legitimidade funcional à atuação internacional da capelania.


- A Imunidade, Inviolabilidade e Garantias Funcionais. O Boletim da Organização das Nações Unidas de 1999, em especial o Artigo 9.4, assegura que o Capelão do International Police Chaplains não seja submetido a perseguição, detenção ou responsabilização judicial em território estrangeiro em razão do exercício de suas funções diplomáticas e humanitárias. Tal dispositivo garante imunidade de jurisdição, bem como a inviolabilidade de documentos, passaportes e credenciais diplomáticas, vedadas buscas, apreensões ou retenções sem o devido consentimento.


- As Convenções de Viena de 1949, 1961 e 1963 constituem o principal arcabouço normativo da imunidade diplomática e da proteção dos direitos de agentes diplomáticos e institucionais, assegurando, especialmente nos termos do Artigo 24 da Convenção de 1961, a inviolabilidade de documentos e bens funcionais, a proteção à dignidade, à segurança, à liberdade de comunicação e à locomoção necessárias ao exercício das funções.


- Responsabilidade Penal Internacional. Nos termos do Estatuto de Roma de 1998, que instituiu o Tribunal Penal Internacional (TPI), ataques deliberados contra pessoas protegidas, incluindo capelães e pessoal religioso, podem ser caracterizados como crimes de guerra, sujeitando os responsáveis à investigação e responsabilização penal internacional.


- Boletins, diretrizes e normas internas das Nações Unidas reforçam a obrigatoriedade de observância do Direito Internacional Humanitárioe a adoção de políticas de proteção ao pessoal humanitário e religioso em operações conduzidas sob mandato ou apoio da ONU.


- Declaração Final. Diante do exposto, declara-se que a proteção jurídica internacionalconferida ao Capelão do International Police Chaplainsdecorre de um conjunto sólido e reconhecido de normas do Direito Internacional Humanitário, do Direito Diplomático e do Direito Penal Internacional, não se restringindo à mera autorização administrativa, mas exigindo reconhecimento e credenciamento formal por Estados soberanos ou organismos multilaterais competentes.


- A violação dessas garantias implica consequências jurídicas internacionais relevantes, inclusive responsabilização nos termos do Estatuto de Roma, das Convenções de Genebrae das normas costumeiras do Direito Internacional Humanitário.


- Esta declaração destina-se a uso consular, diplomático e institucional, para fins de identificação, reconhecimento funcional, cooperação internacional e livre exercício das atribuições humanitárias e espirituais do referido Capelão, nos limites da legislação internacional aplicável.

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LICENÇA INTERPOL CHAPLAINS

A Licença de Capelão do Centro International Police Chaplains é concedida por um período de um (1) ano. Sua validade depende da participação ativa no serviço humanitário, da adesão aos padrões éticos e operacionais da INTERPOL CHAPLAINS e aprovação do Comando-Geral.


Para manter e renovar a licença, cada membro deve: Apresentar um relatório anual de atividades humanitárias no final de cada ano, detalhando a participação oficial ou voluntária em programas humanitários e de paz da INTERPOL CHAPLAINS ou de organizações parceiras.


A não apresentação do relatório ou a não renovação da contribuição de membro dentro do prazo estipulado poderá resultar na suspensão temporária da licença do capelão e na restrição do acesso ao sistema do International Police Chaplains (INTERPOL CHAPLAINS).


Nosso sistema de controle de qualidade mantém registros detalhados das atividades econômicas. Cada voluntário deve manter suas doações em dia e enviar um relatório anual sobre suas doações. Além disso, os donativos destinados ao apoio das atividades do International Police Chaplains(INTERPOL CHAPLAINS) devem ser devidamente catalogados para registros. Esse formato mantém o objetivo claro, com linguagem mais direta e profissional, sem perder o foco nas responsabilidades dos voluntários e no controle de doações.

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NOTA ÀS AUTORIADES

O International Police Chaplains realiza ações humanitárias, civis e de apoio institucional de forma independente, oferecendo assistência, acompanhamento, mediação humanitária, apoio espiritual, missões de busca humanitária e cooperação internacional, sempre em conformidade com a legislação aplicável e o direito internacional humanitário.


A atuação do International Police Chaplains se dá dentro dos limites legais, éticos e humanitários, garantindo o respeito à soberania dos Estados, à legalidade internacional e à dignidade humana. Seu trabalho permanece estritamente voltado à capelania, ao apoio humanitário e institucional, sem substituir ou interferir nas funções de órgãos governamentais ou agências policiais.


O International Police Chaplains não é afiliado, endossado, autorizado nem estruturalmente vinculado à Organização Internacional de Polícia Criminal (INTERPOL), nem a qualquer órgão oficial de aplicação da lei, seja nacional ou internacional. A organização não configura uma unidade operacional, escritório de representação ou órgão de execução policial da INTERPOL, e não exerce funções de autoridade policial, investigação criminal ou segurança pública em nenhuma jurisdição.


O nome, a insígnia, os emblemas e marcas de identificação do International Police Chaplains são usados exclusivamente para indicar a filiação a uma organização internacional de caráter humanitário e de capelania, dedicada à construção da paz, à proteção civil, ao apoio espiritual, à promoção dos direitos humanos e à segurança global, sem implicar qualquer autoridade policial ou poder coercitivo, nem funções investigativas ou mandatárias.


Natureza das Atividades: Todas as ações de busca, acompanhamento, verificação humanitária e atividades civis conduzidas pelo International Police Chaplains têm natureza não policial e não coercitiva, e são realizadas com base em: Consentimento legal das partes envolvidas; Acordos humanitários, interinstitucionais ou intergovernamentais; Mandatos de caráter humanitário, religioso, pastoral ou civil;

Cooperação formal com autoridades competentes, quando aplicável; Respeito absoluto às competências exclusivas de órgãos de segurança pública nacionais e internacionais.


Responsabilidade Institucional: Este posicionamento reafirma o compromisso do International Police Chaplains com transparência, legalidade e responsabilidade institucional, assegurando que todas as suas atividades estejam em conformidade com os princípios universais de paz, cooperação e proteção da vida humana.


Status de Filiação e Autoridade: Nenhum filado ou membro do International Police Chaplains exerce funções policiais, realiza investigações criminais ou possui poder de polícia. A organização não substitui ou representa governos, forças policiais, ministérios do interior ou agências de segurança pública, tanto nacionais quanto internacionais.


Crachás de identificação, distintivos e uniformes têm caráter exclusivamente institucional e associativo e não conferem autoridade legal, policial ou funcional. Seu uso não representa organismos de segurança estatal ou a INTERPOL, ou qualquer órgão governamental.


Uso Indevido de Material Institucional: O uso indevido da marca, crachás de identificação, distintivos ou uniformes viola os regulamentos internos e pode resultar em infrações legais, sujeitando o responsável a responsabilidades civis, administrativas e penais. O descumprimento das normas poderá acarretar advertência, suspensão ou cancelamento da filiação, recolhimento do material institucional e, quando necessário, comunicação às autoridades competentes.


Compromisso com a Legalidade e Ética: A INTERPOL CHAPLAINS e a CAPOLBRAS reafirmam seu compromisso com a legalidade, a ética, a transparência e a responsabilidade institucional, visando prevenir interpretações equivocadas e garantir a compreensão correta de sua missão perante a sociedade.

  

Aviso Legal: Qualquer tentativa de alterar, reproduzir ou falsificar nossos certificados, distintivos e marcas constitui crime, e o infrator será responsabilizado conforme a lei aplicável. A INTERPOL CHAPLAINS e a CAPOLBRAS se reservam o direito de revogar qualquer documento fraudulento e de tomar as medidas legais cabíveis.

  

Rogério Reis
Comandante Geral
INTERPOL CHAPLAINS / CAPOLBRAS
"Nós cuidamos de quem protege."

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