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COTIDIANO

Nos corredores e salas dos ambientes forenses – sejam quartéis, delegacias, unidades prisionais ou judiciarias – a pressão emocional é quase palpável. É um verdadeiro campo de batalha emocional, onde cada respiração carrega o peso de histórias não contadas, de traumas ocultos e de decisões que podem mudar vidas para sempre. Profissionais da lei, vítimas, suspeitos e familiares estão imersos em uma rotina que não apenas desafia os limites do corpo, mas também ressoa no psíquico e no espiritual. Este cenário, muitas vezes desolador, reverbera além das paredes das instituições. A pressão que esses indivíduos enfrentam irradia-se para a sociedade como um todo, criando um efeito dominó que pode impactar o bem-estar da população em geral. Cada olhar tenso, cada diálogo carregado de emoção, cada silêncio que diz mais do que mil palavras desenham um retrato vívido da luta humana em meio ao cotidiano dos ambientes forenses. É um lembrete poderoso de que, por trás das estatísticas e dos processos legais, existem almas que buscam compreensão, justiça e, acima de tudo, paz. 


O cotidiano em ambientes forenses, não é diferente, é como um mosaico de desafios que exige resiliência, empatia e o reconhecimento de que, mesmo nas situações mais sombrias, a luz da esperança pode ser encontrada. Nesse universo desafiador, com diversas situações traumáticas, que vão muito além do domínio técnico, exige-se uma resistência emocional e espiritual inabalável de todas as partes. Um cenário imerso de alta tensão, onde cada decisão pode mudar destinos, e a força interior se torna o farol em meio à escuridão. Ali o equilíbrio emocional torna-se não apenas uma habilidade, mas uma arte de dominar o arbítrio, o equilíbrio, e um refúgio necessário e imprescindível. 


As vítimas, por sua vez, atravessam as portas dos ambientes forenses como labirintos emocionais, carregando a dor profundamente enraizada, revivendo traumas e situações marcantes que ficam como cicatrizes invisíveis. A cada lembrança que retorna à mente, o sofrimento ressurge invadindo o presente. O peso das lembranças transforma-se em uma sombra que obscurece o caminho, deixando um espaço vazio repleto de perguntas não respondidas, de dúvidas existenciais e de uma incerteza que parece impenetrável. Contudo, é justamente nesse ambiente de aspecto sombrio que a resiliência deve surgir como uma virtude essencial. A capacidade de resistir, de se reerguer, traçando um caminho de superação, onde a dor é reconhecida e enfrentada, mas a esperança, mesmo que tênue, continua a ser uma força poderosa para transformar a dor em uma história de recuperação e renovação.


E os suspeitos? Eles não estão imunes a essa tempestade emocional. Enfrentam uma luta interna, marcada por angústia, culpa e, em alguns casos, um arrependimento que vem tarde demais. O peso da investigação e do julgamento não é apenas uma questão de evidências e provas; é uma montanha de sentimentos de impotência e incapacidade que se acumulam em suas mentes. É um convite à empatia, um chamado para reconhecer que, por trás de cada crime, há uma história, uma dor e um ser humano buscando, de alguma forma, encontrar seu caminho de volta à luz. E assim, a missão dos operadores da lei, ressurge agora em um novo contexto, ser uma jornada não apenas de justiça, mas de apoio, cura e compreensão em meio ao caos.


Nos vastos ambientes forenses, onde cada movimento é repleto de emoções intensas, é essencial reconhecer que os familiares — não apenas dos profissionais, mas todos os envolvidos — vivem uma montanha-russa emocional. Pais, cônjuges, filhos e parentes absorvem os ecos das experiências. Esses momentos de intensidade deixam marcas, transformando a dinâmica de convivência e o temperamento emocional de cada um, são como ondas que reverberam em suas ações, criando assim, rotinas diárias que impactam profundamente, afetando tanto o relacionamento profissional e familiar, quanto o convívio social. É como se cada risada e cada lágrima se entrelaçassem, formando uma tapeçaria rica e complexa que, por sua vez, influencia cada passo que dão na vida. Portanto, ao considerarmos as experiências nos ambientes operadores da lei, é fundamental ter em mente que seu efeito vai além do que se percebe superficialmente, moldando histórias e laços de forma indelével.


Nesse cenário desafiador, a atuação da Capelães de Polícia, Operadores da Lei e ambientes forenses do Brasil (CAPOLBRAS), é fundamental para a saúde mental e emocional dos operadores da lei, familiares e população no geral, promovendo um espaço onde a espiritualidade é vista como um recurso indispensável para preencher o vazio gerado pela profissão, pelo ambiente e experiências peculiares. É diante dessa realidade que a atuação da CAPOLBRAS, se torna essencial, sendo a única rede brasileira de capelania especializada em apoio integral a policiais, operadores da lei e seus familiares, oferecendo acolhimento humano e técnico por meio de assistência espiritual, socioespiritual e psicoteológica. 


Essa abordagem integral reflete não apenas um compromisso com a dignidade humana, mas também uma visão de que é possível enfrentar os desafios com empatia e solidariedade. Uma assistência que se baseia na empatia, escuta ativa e acolhimento, proporcionando confiança, conforto e alívio às tensões de forma natural e espontânea. Somos capelães que atendem diversas necessidades dos agentes da lei, instituições governamentais e iniciativas privadas. Oferecendo apoio em situações de estresse, crises, prevenção ao suicídio e questões relacionadas ao bem-estar profissional e familiar. Além disso, atuamos em cenários delicados, como negociações de conflitos e diplomacia comunitária, sempre com o compromisso pacificador, orientador e encorajador. Todos esses serviços são realizados de forma acolhedora e confidencial, sem julgamentos.


Somos uma equipe composta por profissionais altamente qualificados, incluindo policiais, operadores da lei, magistrados, promotores, advogados, pastores, médicos, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas e outros especialistas. Todos são dedicados a fornecer um serviço confidencial, acessível e, frequentemente, gratuito. Todos possuem certificações técnicas, e/ou especializações, e/ou formações superiores, e/ou pós-graduação e/ou doutorado, além de todos são juramentados e capacitados pela CAPOLBRAS, propondo um ambiente qualificado, seguro e acolhedor.


É uma honra sermos pioneiros e referência nacional e internacional, no apoio aos heróis da segurança pública e do ordenamento jurídico brasileiro. Entre em contato conosco para saber mais sobre a implementação do nosso programa em sua unidade ou para se tornar um Capelão de Polícia e Operadores da Lei CAPOLBRAS.

A CAPOLBRAS

A Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS) é um serviço relevante de interesse público de promoção, observância e defesa dos direitos humanos, oferecendo assistência em saúde mental, apoio socioespiritual, psicoteologia, suporte social, terapêutico e humanitário para os membros das polícias Federal, Rodoviária Federal, civis, militares, Força Nacional de Segurança Pública, Corpos de Bombeiros Militares, Agentes Penitenciários, Guardas Municipais e demais profissionais operacionais do setor de segurança pública, operadores da lei e seus familiares, além de ambientes forenses e população em geral. 


Os Agentes CAPOLBRAS gozam das prerrogativas da Lei 12.686/2014, Decretos Leis nº. 6.044/2007 e  9.937/2019, atuando como delegados da Comissão Especial de Direitos Humanos dos Servidores da Segurança Pública (CEDHSSP). A Comissão é focada na promoção e proteção dos direitos humanos dos profissionais que atuam na área de segurança pública que busca garantir que esses profissionais tenham seus direitos respeitados, tanto no exercício de suas funções quanto em suas vidas pessoais, e também atua na formação e capacitação desses agentes, com foco em uma cultura de respeito aos direitos humanos.  


Essa comissão atua na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos dos operadores da segurança pública, formulando políticas, diretrizes e ações de integração entre governos, agências de segurança e a iniciativa privada, para a cooperação no Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3); no Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social e as 13 Ações Estratégicas do PNSPDS; no decreto nº 10.822 de 29/12/2021 do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH).


A CAPOLBRAS se destaca como o pioneiro e único programa de capelania especializado em nosso país, funcionando 24 horas por dia para prestar apoio emocional e espiritual aos profissionais que se encontram na linha de frente da segurança pública. Oferece uma assistência confiável, especializada e humanizada, assegurando que esses valorosos profissionais recebam o suporte necessário para preservar sua saúde emocional, espiritual e mental ao longo de sua jornada e fora dela. Nossa atuação também abrange também assistência à população em geral, sejam em quartéis, delegacias, unidades prisionais ou judiciarias. 


Adotando uma abordagem integral que transcende o mero suporte emocional. Disponibilizamos assistência psicoterapêutica, psicoteológica e socioespiritual, sempre fundamentada em um acolhimento humanizado. Estamos prontos para intervir em situações desafiadoras, como estresse, crises emocionais, prevenção ao suicídio e até mesmo em momentos críticos, como em casos de tomada de reféns, promovendo a pacificação e a restauração das relações.

Comissão Especial de Direitos Humanos (CEDHSSP)

A Comissão Especial de Direitos Humanos dos Servidores da Segurança Pública (CEDHSSP), atua na promoção, proteção e defesa dos direitos humanos dos servidores públicos da segurança pública, formulando políticas, diretrizes e ações de integração entre governos, agências de segurança e a iniciativa privada, para a cooperação no Programa Nacional de Direitos Humanos - PNDH-3;  Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social e as 12 Ações Estratégicas do PNSPDS; no decreto nº 10.822 de 29/12/2021do Ministério da Justiça e Segurança Pública; do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH); do Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social 2021-2030 e as 13 Ações Estratégicas do PNSPDS; e do Plano Nacional de Direitos Humanos para Profissionais da Segurança Pública. 


A existência da CEDHSSP é fundamental para garantir que a segurança pública seja exercida de forma ética e respeitosa aos direitos humanos. Ao proteger os direitos dos profissionais de segurança, a comissão contribui para a construção de uma sociedade mais justa e segura para todos.  


ATRIBUIÇÕES E FUNÇÕES:


Promoção de Direitos Humanos: A comissão trabalha para conscientizar os servidores sobre a importância dos direitos humanos e promover uma cultura universal sobre esses direitos. 


Proteção dos Servidores: Além de proteger os direitos dos cidadãos, a comissão também busca garantir que os operadores de segurança tenham seus direitos assegurados, como condições de trabalho adequadas e respeito à sua integridade física, moral, espiritual e emocional. 


Prevenção de Abusos: A comissão atua na prevenção de abusos e violações de direitos humanos por parte da administração publicam, por meio de investigação, acompanhamento e denúncia de casos. 


Capacitação: Uma das funções importantes é a capacitação dos servidores em relação aos direitos humanos, com o objetivo de prepará-los para lidar com situações que envolvam direitos fundamentais de forma adequada. 


Diálogo e Mediação: A comissão pode atuar como mediadora em conflitos entre a população e as forças de segurança, buscando soluções que respeitem os direitos de todos os envolvidos. 


Acompanhamento Legislativo: A comissão acompanha projetos de lei e outras iniciativas que possam afetar os direitos humanos no contexto da segurança pública, buscando influenciar positivamente essas decisões. 


Articulação com Outras Entidades: A comissão estabelece parcerias com outras instituições, como órgãos de direitos humanos, Ministério Público e organizações da sociedade civil, para fortalecer a atuação na área. 


EXEMPLOS DE ATUAÇÃO


Investigação de Denúncias:

- A comissão pode investigar denúncias e outras violações de direitos humanos, buscando a responsabilização dos envolvidos. 


Acompanhamento de Casos:

- A comissão acompanha casos e outras situações que envolvem direitos humanos, oferecendo apoio às vítimas e buscando soluções. 


Acompanhamento de políticas: 

- A CEDHSSP acompanha e avalia as políticas públicas relacionadas à segurança pública e aos direitos humanos, buscando aperfeiçoá-las e torná-las mais efetivas. 

- A comissão pode realizar audiências públicas para discutir temas relacionados à segurança pública e direitos humanos, promovendo o debate entre diferentes atores sociais. 


Elaboração de Relatórios:

- A comissão pode produzir relatórios sobre a situação dos direitos humanos no âmbito da segurança pública, com recomendações para melhorias. 


Capacitação e formação: 

- A comissão atua na elaboração e implementação de programas de formação e capacitação para agentes de segurança, com foco em direitos humanos, combate ao racismo e outras formas de discriminação. 

EMBASAMENTOS JURÍDICOS

 A CAPOLBRAS é um organismo colaborativo de integração dos Sistemas Internacionais de Direitos Humanos e voluntariado brasileiro. Um ministério eclesiástico da Igreja Evangélica Missões em Cristo, instituição sem fins lucrativos e com registro ativo no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Brasil nº 54.088.376/0001-29.


A atuação da CAPOLBRAS é um serviço de relevante interesse público, amplamente amparada por mecanismos e acordos internacionais e nacional de defesa aos direitos humanos individuais e coletivos, além da Constituição Brasileira através de Leis Federais, Estaduais, Municipais e do Código de Ocupação Brasileiro (CBO).


Nossas atribuições são estritamente dentro da legalidade atuando como organização consultiva internacional, nacional e intergovernamental, voluntariada nas diretrizes da artigo 52 da Carta das Nações Unidas que refere-se a acordos ou agências regionais que tratam de questões de segurança e paz internacional. Como também voluntária das Organizações dos Estados Americanos (OEA) como um organismo de cooperação, assim também atua nas diretrizes do Conselho Nacional dos Direitos Humanos (CNDH).


A CAPOLBRAS não realizando investigações criminais, não tem funções de polícia e não é órgão estatal. Sua atribuição é regimentada pela Constituição Federal de 1988, em seu Título II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, que estabelece um conjunto de direitos e deveres essenciais para a proteção da dignidade humana, a liberdade, a igualdade e a justiça no Brasil.
 

A CAPOLBRAS dedica a formular políticas, diretrizes e ações de integração entre governos, agências de segurança e a iniciativa privada, para a cooperação no Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social 2021-2030 (PNSPDS), do Ministério da Justiça e Segurança Pública previsto no decreto nº 10.822 de 29/12/2021. A CAPOLBRAS tem por atividade central a implementação das 12 Ações Estratégicas do PNSPDS. Além das normas que compõem o conjunto jurídico voltado para a proteção e promoção dos direitos humanos no Brasil, alinhando a legislações estaduais, municipais e internas,  especialmente:

  • Art.      1º, III, da Constituição Federal – dignidade da pessoa humana;
  • Art.      5º, VI e VIII, da Constituição Federal – liberdade de crença, consciência e      assistência religiosa;
  • Art.      6º da Constituição Federal – direitos sociais, notadamente saúde e      assistência;
  • Art.      37 da Constituição Federal – princípios da Administração Pública;
  • Art.      226 e 227 da Constituição Federal, quando aplicável à proteção familiar;
  • Programa      Nacional de Direitos Humanos – PNDH-3;
  • Plano      Nacional de Segurança Pública e Defesa Social – PNSPDS;
  • Decreto      nº 10.822/2021 – Ministério da Justiça e Segurança Pública;

Diretrizes do Conselho Nacional dos Direitos Humanos – CNDH.

LEI 13.019, de 31 de JULHO de 2014. 

LEI 12.986, de 2 de julho de 2014;

LEI 9.608, de 18 de fevereiro de 1998;

LEI 9.982 de 14 de julho de 2000;

LEI 13.140, DE 26 de junho de 2015.

DECRETO 9.937, de 24 de julho de 2019;

DECRETO 11.867, de 27 de dezembro de 2023;  

DECRETO 7.037 - 2009 .

Código Brasileiro de Ocupação

CBO 2631  CBO 5171-30 CBO 3514-35

METODOLOGIA INTERNACIONAL

1. Conceito de Capelania

A capelania é uma atividade de assistência espiritual, emocional e social, desenvolvida em ambientes institucionais ou comunitários. Seu objetivo é oferecer suporte integral ao ser humano, respeitando suas crenças, valores e necessidades específicas. Em âmbito internacional, a capelania é consolidada como prática reconhecida, regulamentada e integrada às estruturas oficiais de saúde, segurança, educação, forças armadas, empresas e comunidades.


2. Método CAPOLBRAS

A CAPOLBRAS adota o método americano e internacional de capelania, cuja principal característica é a profissionalização e a integração institucional. Esse modelo diferencia-se do formato tradicional brasileiro por seu caráter pluralista, técnico e padronizado, oferecendo maior legitimidade e efetividade ao trabalho capelânico.


3. Objetivos da CAPOLBRAS

  • Capacitar capelães de acordo com padrões internacionais de excelência;
  • Apoiar a atuação prática em diferentes contextos institucionais e comunitários;
  • Conectar profissionais por meio de uma rede de cooperação e troca de experiências;
  • Promover o reconhecimento da capelania como função legítima de assistência integral no Brasil.


4. Áreas de Atuação

Os capelães formados e vinculados à CAPOLBRAS estão preparados para atuar em múltiplos contextos, tais como:

  • Hospitais e unidades de saúde;
  • Forças armadas, policiais e de segurança pública;
  • Estabelecimentos prisionais;
  • Instituições de ensino;
  • Empresas e corporações;
  • Comunidades em situação de vulnerabilidade social.


5. Princípios Fundamentais

O método internacional da CAPOLBRAS é sustentado pelos seguintes princípios:

  1. Formação de Excelência – Capacitação teórica e prática estruturada, com ênfase em ética, interdisciplinaridade e competências relacionais.
  2. Atuação Multissetorial – Inserção em diferentes ambientes institucionais, com preparo adequado às demandas específicas de cada contexto.
  3. Reconhecimento Institucional – Alinhamento às diretrizes internacionais, especialmente às práticas consolidadas nos Estados Unidos, garantindo legitimidade e profissionalização da função.
  4. Rede Colaborativa – Integração de capelães em uma comunidade sólida, que promove atualização contínua e fortalecimento mútuo.


6. Conclusão

Ao adotar o método internacional de capelania, a CAPOLBRAS consolida um modelo moderno, profissionalizado e de credibilidade. Trata-se de uma proposta que une rigor técnico, relevância social e impacto humano, elevando o padrão da capelania no Brasil e ampliando sua atuação em conformidade com as melhores práticas internacionais.

VALORES JURAMENTADOS

Missão: fomentar o bem-estar dos agentes da lei, cultivando ambientes propícios e oferecendo suporte contínuo a esses profissionais, suas famílias e às comunidades que atendem. 


Visão: Ser um modelo em capelania internacional especializada para agentes da lei e contextos forenses, destacando-nos pela inovação, acolhimento e excelência no cuidado integral a todos que se dedicam ao serviço da sociedade. 


Fé: acreditamos que a espiritualidade é fundamental para o fortalecimento emocional e ético do ser humano. Acreditamos que, por meio da fé, podemos promover esperança, equilíbrio interior e um sentido de propósito, especialmente em adversidades mais desafiadoras. 


Honra: atuamos com integridade, lealdade e respeito, valorizando o compromisso ético de servir à sociedade. A honra guia nossas ações, refletindo o reconhecimento da dignidade e autoridade no serviço público. 


Justiça: defendemos a equidade, a verdade e o respeito aos direitos humanos. Buscamos contribuir para uma sociedade mais justa, assegurando dignidade àqueles que protegem e mantêm a ordem com coragem e responsabilidade. 


Amor: recebemos com compaixão, empatia e cuidado. O amor ao próximo é a essência das nossas relações e o motor que impulsiona cada atendimento, intervenção e gesto de solidariedade, tanto dentro quanto fora da instituição.


Símbolos Institucionais

A Bandeira e o distintivo da CAPOLBRA, são os maiores símbolos da instituição, fundamentam-se em valores da fé,  ética, moral e princípios da dignidade humana. Destacam-se  ao centro a Bíblia Sagrada, a chama do protestantismo cristão e as estrelas representando os operadores da lei e Estados Brasileiros.


Normas Padrões

Nosso distintivo é uma insígnia honorífica que reflete a autoridade conferida por ato juramentado, legitimando a atuação do capelão da CAPOLBRAS. O uso do distintivo, dos uniformes, da bandeira e de outras identificações oficiais são restritos à marca e aos associados em missão, sendo proibida sua utilização para fins pessoais, recreativos ou contrários à função de capelania.


A apresentação desses itens é destinada exclusivamente à confirmação da autoridade eclesiástica  e da identidade CAPOLBRAS. Qualquer uso inadequado caracteriza grave indisciplina, passível de exclusão e de outras sanções previstas na legislação brasileira. Esses acessórios são utilizados em uniformes e demais formas de identificação, com o objetivo de reforçar a credibilidade do portador. Seu uso é obrigatório e segue um controle rigoroso de confecção e utilização. 


Em geral, o distintivo deve ser acompanhado do número de registro CAPOLBRAS, do nome do portador e da instituição à qual está vinculado. Para garantir sua validade, é essencial mantê-los atualizados e confirmar sua autenticidade por meio do QR code disponível no site www.capolbras.org


Confissão de fé

A Bíblia Sagrada e a fé na obra redentora de Jesus é o nosso princípio. Sendo que a nossa oração consiste em uma súplica, de livre manifestação, para que o indivíduo se sinta espiritualmente confortado, protegido e em perfeita sintonia com a Lei e a sua crença. 

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