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Temos uma visão: transformar conhecimento em ação, experiência em proteção e compromisso em serviço, fazendo da inteligência, da cooperação e da capelania institucional, forças capazes de construir uma sociedade mais segura, justa e resiliente. Porque, quando a sociedade enfrenta crises, violência, desastres e desafios que ameaçam a vida e a dignidade humana… nós criamos respostas.
Não respostas baseadas apenas na força, mas na prevenção, na capacitação, na cooperação institucional, na proteção dos direitos humanos e no cuidado com aqueles que dedicam suas vidas a proteger os outros. E quando os desafios do nosso tempo colocam frente a frente a vulnerabilidade e a capacidade de resposta, surge uma pergunta que precisa orientar cada decisão: Quem estará preparado para proteger, servir e cuidar quando a sociedade mais precisar?
Nossa resposta é clara: Estaremos presentes. Porque quem protege também precisa ser protegido.
"A força da minha jornada reside em lutar, perscrutar e não ceder, até que a paz seja conquistada." Rogério Reis.
COMANDO-GERAL
· QCP-CAPOLBRAS - Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil
· QCP-IPC - CAPOLBRASInternational Police Chaplains
· United Peacemakers (UNP)
· Corpo de Delegados Defensores dos Direitos Humanos (CDDH)
· Corpo dos Diplomatas Civis do Brasil (DPC)
· Corpo dos Voluntários da Proteção e Defesa Civil do Brasil (PDC)
· Comissão Especial de Defesa dos Direitos Humanos dos Servidores da Segurança Pública (CEDDHSSP)
ACADEMIAS DE POLÍCIAS
· Membro da Academia Internacional de Polícia (UNIPOL - International Police University)
· Membro da International Police Organization IPO NGO In Special Status With United Nations Ecosoc Since 2022
· Membro da Associação Internacional de Chefes de Polícia (IACP)
· Membro da International Human Rights Commission IHRC - INTERPOL Center USA (ICA)
· Membro da Union of International Associations (UIA)
· Membro da United for Human Rights (UHR)
REGISTROS INTERNACIONAIS - OTAN
· Registro com código NCAGE Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)
REGISTROS INTERNACIONAIS - USA
. Registro Defense Logistics Agency (DLA) e o System for Award Management (SAM.gov)
REGISTROS INTERNACIONAIS - ONU
· Pedido de Status Consultivo junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC);
. Membro da United Nations System Staff College (UNSSC);
· Registro no sistema iCSO — Integrated Civil Society Organizations System;
. Registro no sistema do United Nations Department of Economic and Social Affairs (UN DESA);
· Registro UN DGC Civil Society Department of Global Communications
. Registro no sistema Civil Society Organizations United Nations;
· Registro UN Partner Portal United Nations;
· Registro UNGM United Nations Global Marketplace;
· Registro UNITAR — United Nations Institute for Training and Research;
· Registro UNOPS — Organismo do Sistema das Nações Unidas / plataforma de cooperação e implementação operacional
· Registro com acesso à plataforma internacional de coordenação de desastres VOSOCC/GDACS – United Nations;
· Participação em atividades e eventos do sistema das Nações Unidas por meio do Indico.UN — United Nations Event Registration System, sistema oficial das Nações Unidas destinado ao gerenciamento de conferências, reuniões e registros de participação;
· Registro na United Nations Digital Library (UNDL), plataforma oficial da Organização das Nações Unidas destinada ao acesso, consulta e preservação de documentos, publicações, dados e registros documentais do sistema ONU;
· Participação em programas de aprendizagem e capacitação do UN CC:Learn — One UN Climate Change Learning Partnership, com Certificação internacional de conclusão de curso UN CC:Learn.
15 DIPLOMAÇÕES DE CUSRSOS DAS NAÇÕES UNIDAS
- Peacekeeping-Intelligence, Surveillance, and Reconnaissance (PKISR) Orientation Path, promovido pelo United Nations System Staff College (UNSSC), por meio da Peacekeeping-Intelligence Academy.
- Arms Trade Treaty Article 7: Risk Assessment and Gender-based Violence Criteria United Nations Office for Disarmament Affairs/UNODA
- Proteção de denunciante - United Nations Office on Drugs and Crime
- Desenvolvimento e implementação de políticas e procedimentos para reforçar as investigações financeiras - United Nations Office on Drugs and Crime
- Prevenção de Desperdício Alimentar promovido pela UN CC: Learn das Nações Unidas para Treinamento e Pesquisa (UNITAR)
- On-Site Operations Coordination Centre (OSOCC) Awareness Course - United Nations Office For The Coordination Of Humanitarian Affairs (OCHA)
- United Nations Humanitarian Civil-Military Coordination Principle of Last Resort - United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
- United Nations Humanitarian Civil-Military Coordination in Support of Humanitarian Access - United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
- United Nations Humanitarian Civil-Military Coordination Assessment Process - United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
- United Nations Humanitarian Civil-Military Coordination and Protection - United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
- United Nations Humanitarian Civil-Military Coordination Tasks - United Nations Office for the Coordination of Humanitarian Affairs (OCHA)
- On-Site Operations Coordination Centre (OSOCC) Awareness Course - United Nations Office For The Coordination Of Humanitarian Affairs (OCHA)
- OSOCC Awareness Course - Office For The Coordination Of Humanitarian Affairs
- Preparing and Responding to Active Shooter Incidents – UNDSS United Nations Department Of Safety And Security
- BSAFE - UNDSS United Nations Department Of Safety And Security
27 DIPLOMAÇÕES / NÍVEL PRATA DE CURSOS NO PEACE OPERATIONS TRAINING INSTITUTE - ONU
- Health of Peace Operations Personnel World Health Organization – ONU
- Preventing Violence Against Women and Promoting Gender Equality in Peace Operations
- Sexual and Gender-Based Violence and International Peace and Security
- Implementation of the UN Security Council Resolutions on the Women, Peace, and Security Agenda in Asia and the Pacific
- Operações Humanitárias
- Liderazgo dentro de las operaciones de paz de Naciones Unidas
- Implementación de las Resoluciones del Consejo de Seguridad de la ONU con respecto a la Agenda sobre las Mujeres, la Paz y la Seguridad en América Latina y el Caribe
- Previniendo la Violencia Contra la Mujer y La Desigualdad de Género en el Mantenimiento de Paz
- Peacekeeping and International Conflict Resolution
- Operaciones de Ayuda Humanitaria
- An Introduction to the UN System and Its Role in International Peace and Security
- Comprehensive Protection of Civilians Training Materials for United Nations Peace Operations: Military Version
- Introducción al sistema de la ONU y a su rol en la paz y seguridad internacionales
- UN Military Specialised Training Materials on Child Protection
- Principles and Guidelines for UN Peacekeeping Operations
- Comprehensive Protection of Civilians Training Materials for United Nations Peace Operations: Police Version
- Leading Within United Nations Peace Operations
- Mine Action and Explosive Hazard Management: Humanitarian Impact, Technical Aspects, and Global Initiatives
- Protection of Cultural Property: Online Course for the Military, Police, and Law Enforcement
- UN Specialised Training Materials on United Nations Military Observers
- Health of Peace Operations Personnel
- Preventing Violence Against Women and Promoting Gender Equality in Peace Operations
- Implementation of the UN Security Council Resolutions on the Women, Peace, and Security Agenda in Asia and the Pacific
- Sexual and Gender-Based Violence and International Peace and Security
- Reforma y gobernanza del sector de la seguridad: participación de los actores líderes
- United Nations Specialised Training Materials on United Nations Police
- Implementation of the UN Security Council Resolutions on the Women, Peace, and Security Agenda in Africa
MEDALHAS CIVIS E MILITARES
- Medalha da Ordem do Mérito das Forças de Paz no Brasil ABFIP - Batalhão Suez (Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz);
- Medalha Oficial da Paz ABFIP - Batalhão Suez (Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz)
- Medalha da Ordem do Mérito das Forças de Paz no Brasil - Medalha Grau Cavaleiro da ABFIP;
- Medalha TIRADENTES ABFIP Patrono da Polícia - Decreto Lei n 9.208,de 29 de Abril de 1946;
- Medalha Mérito PEACEKEEPER ABFIP;
- Medalha Mérito Asas da Força AMCMB;
- Medalha Jubileu 80 Anos da Vitória Inter-Aliada na Segunda Guerra Mundial - AFAFEB/Núcleo de Caxias do Sul
CRUZ VERMELHA
. Diplomado no curso de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos do Comitê Internacional da Cruz Vermelha - CICV em parceria com o Ministério da Justiça brasileiro.
CERTIFICAÇÃO PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL
- Formação e Gestão de Núcleo Comunitário de Proteção e Defesa Civil (Nupdec) - Escola Nacional de Administração Pública – ENAP
- Diplomado GIRD+10: Gestão Integrada de Riscos e Desastres - Escola Nacional de Administração Pública – ENAP
- Diplomado Proteção e Defesa Civil: Gestão de Desastre - Curso 4 - Escola Nacional de Administração Pública – ENAP
PERITO JUDICIAL
- Perito Judicial Forense – TJMG
- Criminalista com especialização em Crimes Digitais
- Perito NR 27
- Perito Judicial em Investigação Forense
- Perito Judicial em Grafotécnica
EMBAIXADOR
- Embaixador da Paz ABFIP - Batalhão Suez (Associação Brasileira das Forças Internacionais de Paz ONU)
- Embaixador da Associação Internacional dos Embaixadores da paz no Brasil (AIEBBRASIL)
JORNALISTA
- Jornalista Profissional associado à FENAJ
- Correspondente internacional – FIP/LATINA
- Apresentador do Programa Agenda Minas na TV aberta Band Minas
- Apresentador do Programa Sábado Show na Rede Benção
- Apresentador do Programa de Rádio na Rede Benção
TEOLOGIA
- Bacharelado em Teologia pelo Instituto de Formação Acadêmica FATEB (curso livre);
- Nomeado com uma cadeira no Conselho Nacional dos Teólogos do Brasil – CONATEB;
- Membro do Conselho Nacional dos Teólogos do Brasil (CONATEB)
- Bacharel em Psicologia e Aconselhamento Pastoral (curso livre);
- Bacharel em Teologia Sistemática FATEB (curso livre);
- Doutor em Teologia Bíblica FATEB (curso livre);
- Mestre em Teologia Pastoral FATEB (curso livre);
- Juiz de paz (CONATEB)
- Presidente Fundador da Igreja Evangélica Missões em Cristo (IEMC)
HOMENAGENS
- Homenagem do Conselho Federal da OAB Comissão Especial de Direito Sindical
- Mérito Legislativo da Câmara Municipal da cidade de Contagem
- Moção na Câmara Municipal de Belo Horizonte

Em um cenário global marcado por desafios crescentes à segurança pública, à convivência social e à proteção dos direitos fundamentais, em que a pressão emocional, social e humana sobre os profissionais da linha de frente se intensifica diariamente, a excelência no cuidado deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade urgente e inadiável.
Construir uma sociedade verdadeiramente segura exige compreender que segurança pública não se resume à prevenção e ao enfrentamento da criminalidade. Uma segurança pública humanizada reconhece a dignidade de todas as pessoas envolvidas — cidadãos, vítimas, profissionais da segurança, agentes do sistema de justiça, familiares e comunidades — e busca conciliar proteção, autoridade, responsabilidade, direitos humanos e respeito à vida.
Da mesma forma, um sistema de justiça pleno e democrático não pode ser compreendido apenas como um conjunto de instituições encarregadas de investigar, processar, julgar e executar decisões. Justiça também significa garantir direitos, acolher vítimas, oferecer oportunidades de reinserção social, prevenir a violência, enfrentar suas causas e assegurar que cada pessoa seja tratada com dignidade, responsabilidade e respeito às garantias fundamentais.
Nesse contexto, a cultura da paz surge não como ausência de conflitos, mas como uma construção permanente baseada no diálogo, na prevenção, na mediação, na solidariedade, na educação para a cidadania e na capacidade de transformar conflitos antes que eles se convertam em violência. A paz é, portanto, uma responsabilidade compartilhada entre Estado e sociedade.
As nações que vêm desenvolvendo políticas integradas de proteção e cuidado compreenderam que não basta preparar homens e mulheres para proteger a sociedade. É igualmente essencial cuidar de quem carrega o peso das decisões difíceis, do risco constante, da exposição à violência e das marcas invisíveis deixadas pelo serviço.
Por essa razão, diferentes modelos institucionais passaram a incorporar mecanismos de apoio psicológico, social, espiritual e ético aos profissionais que atuam em ambientes de elevada pressão. Nesse universo, a capelania pode desempenhar uma função relevante como espaço de escuta, aconselhamento, presença solidária e suporte integral à pessoa, sempre respeitando a liberdade de consciência, a diversidade religiosa e a laicidade do Estado.
Nos Estados Unidos, por exemplo, capelães integram determinadas estruturas institucionais como profissionais voltados ao aconselhamento espiritual e ao apoio humano de pessoas submetidas a situações de elevada pressão. Sua atuação alcança ambientes militares, policiais, hospitalares, prisionais e de emergência, oferecendo presença, escuta e acompanhamento em momentos de crise, sofrimento, luto e tomada de decisões difíceis.
O capelão, nesse contexto, não deve ser compreendido apenas como uma figura religiosa. Sua atuação pode representar uma presença humana qualificada, ética, confiável e acessível, especialmente quando a pessoa enfrenta circunstâncias nas quais nem sempre consegue buscar ajuda pelos caminhos convencionais.
Ele pode caminhar ao lado de profissionais submetidos ao estresse extremo, apoiar famílias enlutadas, acolher pessoas em momentos de crise e contribuir para a construção de ambientes institucionais nos quais pedir ajuda não seja interpretado como sinal de fraqueza, mas como expressão de responsabilidade e cuidado.
Essa perspectiva é especialmente importante quando aplicada à realidade dos operadores da lei, profissionais da segurança pública e trabalhadores dos ambientes forenses. São homens e mulheres que convivem diariamente com situações de violência, sofrimento, risco, perdas, conflitos familiares, decisões complexas e elevada responsabilidade social.
Cuidar desses profissionais é também cuidar da sociedade.
Uma política de segurança pública humanizada precisa reconhecer que a saúde integral, a dignidade e o equilíbrio daqueles que exercem funções de proteção repercutem diretamente na qualidade do serviço prestado à população. Prevenção, capacitação, valorização profissional, acompanhamento psicológico, apoio social, assistência espiritual quando desejada e fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários devem fazer parte de uma visão integral de segurança.
Mas essa responsabilidade não pertence exclusivamente ao Estado.
O fortalecimento da segurança cidadã, da justiça e da cultura da paz depende também da participação ativa da sociedade civil. Nesse cenário, o trabalho voluntário e a atuação das Organizações da Sociedade Civil — OSC — possuem um papel estratégico e complementar.
Voluntários, associações, fundações, instituições religiosas, universidades, entidades comunitárias e demais organizações da sociedade civil podem contribuir para a prevenção da violência, o acolhimento de vítimas, o fortalecimento de famílias, a reinserção social, a mediação de conflitos, a educação para a cidadania, a promoção dos direitos humanos e o apoio aos profissionais que atuam na linha de frente.
O voluntariado representa uma das expressões mais concretas da solidariedade social. É a disposição de colocar tempo, conhecimento, experiência e humanidade a serviço do próximo e do bem comum. Quando organizado de maneira responsável, capacitada e articulada com as políticas públicas, o voluntariado amplia a capacidade da sociedade de cuidar de pessoas e comunidades.
As OSC, por sua vez, podem funcionar como pontes entre o poder público e a sociedade, alcançando territórios, grupos e realidades que muitas vezes demandam respostas mais próximas, flexíveis e comunitárias. Sua contribuição pode ser particularmente relevante na prevenção, na promoção de direitos, na construção de redes de proteção e na criação de espaços de diálogo.
Essa atuação, entretanto, não deve substituir as responsabilidades constitucionais do Estado. Ao contrário, deve contribuir para fortalecê-las, estabelecendo relações transparentes, éticas e democráticas de cooperação, com respeito à autonomia das instituições e aos direitos de todos.
A construção de uma cultura de paz exige justamente essa convergência: um Estado capaz de proteger e garantir direitos; um sistema de justiça independente, acessível e comprometido com a dignidade humana; profissionais de segurança valorizados e cuidados; comunidades fortalecidas; organizações da sociedade civil atuantes; e cidadãos conscientes de sua responsabilidade na construção do bem comum.
Nesse modelo, segurança não significa apenas reagir à violência depois que ela acontece. Significa antecipar riscos, prevenir conflitos, proteger vidas, reduzir vulnerabilidades, fortalecer vínculos comunitários e criar condições para que as pessoas possam viver com dignidade e segurança.
Justiça não significa apenas punir. Significa também proteger direitos, responsabilizar de forma democrática e proporcional, reparar danos quando possível, acolher vítimas, promover reintegração social e trabalhar para que os ciclos de violência não se perpetuem.
E paz não significa simplesmente ausência de conflitos. Significa desenvolver uma sociedade capaz de enfrentá-los por meio do diálogo, da educação, da solidariedade, da mediação e da participação cidadã.
É nesse horizonte que a capelania, o voluntariado e as OSC podem encontrar um campo relevante de atuação: não como substitutos das instituições públicas, nem como instrumentos de imposição de crenças, mas como expressões de cuidado, solidariedade, serviço e compromisso com a vida.
A verdadeira força de uma sociedade não está apenas na capacidade de enfrentar ameaças, mas também na capacidade de cuidar de suas pessoas.
Cuidar de quem protege.
Proteger quem está vulnerável.
Acolher quem sofreu.
Responsabilizar com justiça.
Prevenir antes que a violência aconteça.
Restaurar quando for possível.
E construir, todos os dias, uma cultura na qual a dignidade humana seja reconhecida como fundamento da segurança, da justiça e da paz.
Essa é uma agenda que exige Estado, instituições, profissionais, comunidades, voluntários e organizações da sociedade civil caminhando em uma mesma direção: a construção de uma sociedade mais segura, justa, solidária, democrática e humana.
Rogério Reis
Comandante Geral
As prerrogativas dos profissionais da segurança pública e do sistema judiciário, como os policiais, delegados e juízes, são fundamentais para o funcionamento do Estado de Direito e para a manutenção da ordem pública. Cada um desses profissionais exerce suas funções de acordo com a lei, com uma grande responsabilidade sobre suas ações, que podem impactar profundamente a vida das pessoas. A seguir, detalharemos as prerrogativas de cada uma dessas categorias, com uma visão cronológica e explicativa.
Prerrogativas do Policial: O policial, ao exercer sua função de proteger a sociedade, tem a prerrogativa de usar a força, inclusive força letal, em situações extremas, quando não há outra alternativa para proteger a si mesmo, a outros ou à sociedade. O uso da força, no entanto, não é ilimitado e deve ser sempre dentro dos limites da lei. Esse uso, especialmente da força letal, exige uma ponderação cuidadosa, pois deve ser um ato excepcional, tomado apenas quando todas as outras opções foram exauridas. Caso o policial seja forçado a usar tal medida, é importante que ele tenha um controle emocional e ético rigoroso para garantir que a ação seja proporcional à ameaça.
Outro ponto relevante é a prerrogativa de prisão em flagrante. O policial tem a autoridade para prender alguém que esteja cometendo um crime, conforme estabelecido no Código de Processo Penal. Além disso, o policial tem a capacidade de realizar revistas e buscas, seja em pessoas ou em propriedades, sempre com base em fundada suspeita ou ordem judicial, para garantir que não haja elementos ilícitos sendo transportados ou armazenados.
O uso de algemas também é uma prerrogativa do policial, mas é regulado por condições específicas, como risco de fuga ou resistência à prisão. Deve ser um recurso moderado, utilizado somente quando a situação assim exigir. Finalmente, o policial tem a prerrogativa de intervir em situações de perigo iminente, visando sempre a proteção de vidas e a prevenção de danos graves. A intervenção deve ser feita de forma legal e justificada, sempre respeitando os direitos dos indivíduos envolvidos.
Prerrogativas do Delegado de Polícia: O delegado de polícia tem um papel essencial no processo investigatório. Ele possui a prerrogativa de iniciar investigações criminais, determinar diligências, ouvir testemunhas, indiciados, além de requisitar exames periciais e emitir pedidos de prisões preventivas ou temporárias. Quando necessário, o delegado também pode decretar a prisão em flagrante de alguém, caso o fato seja comprovado durante a investigação ou por meio da ação policial.
Uma das prerrogativas mais importantes do delegado é a de solicitar a prisão preventiva. Com base em indícios suficientes, o delegado pode pedir ao juiz que um indivíduo seja preso preventivamente, caso haja risco à ordem pública ou à aplicação da lei. O delegado também tem autoridade para decidir sobre a concessão ou negação de liberdade provisória, com base nas circunstâncias do caso concreto.
Além disso, o delegado é o responsável pela condução do processo investigatório, tendo a missão de coletar provas e elementos necessários para o andamento do processo judicial. Seu trabalho é crucial para garantir que o devido processo legal seja cumprido, respeitando sempre os direitos dos envolvidos.
Prerrogativas do Juiz: O juiz, como autoridade máxima no processo judicial, tem a prerrogativa de conduzir o andamento do processo, decidindo sobre a admissibilidade das provas, testemunhas e outros aspectos do procedimento. Ele também é responsável pela emissão de mandados de prisão, busca e apreensão, sequestro e outros documentos judiciais, sempre que solicitado por autoridades competentes ou pelas partes envolvidas no processo.
Além disso, o juiz pode decretar a prisão preventiva ou temporária, com base em elementos concretos que indicam risco de obstrução da justiça ou perigo à ordem pública. O juiz deve agir com imparcialidade, garantindo a observância dos direitos fundamentais dos envolvidos, como o direito ao contraditório e à ampla defesa. Ele também tem a prerrogativa de proferir a sentença final, decidindo sobre a culpabilidade ou inocência do réu e aplicando as penas cabíveis, de acordo com a legislação vigente.
Prerrogativas Comuns a Policial, Delegado e Juiz: Apesar de suas funções distintas, os policiais, delegados e juízes compartilham algumas prerrogativas comuns. A mais importante delas é a imunidade de opinião e decisão. Isso significa que eles têm a liberdade para tomar decisões e expressar suas opiniões dentro do contexto de suas funções, sem o temor de represálias externas ou pressões indevidas. Eles também possuem o direito à proteção à função, garantindo que o Estado assegure sua segurança em situações de risco, como ameaças relacionadas ao cumprimento de suas tarefas.
Outra prerrogativa comum é o dever de zelar pela ordem pública, que se aplica a todos os envolvidos no processo de justiça. Sejam os policiais atuando na rua, os delegados conduzindo investigações ou os juízes decidindo sobre os casos, todos têm a responsabilidade de garantir que a ordem pública seja mantida, sem abusos ou excessos.
Considerações Finais: As prerrogativas dos policiais, delegados e juízes são essenciais para garantir o bom funcionamento da justiça e a manutenção da ordem pública. Cada um desses profissionais tem sua autoridade e responsabilidade, e suas ações são regidas por princípios legais e constitucionais que asseguram que a justiça seja feita de forma justa e equilibrada. No entanto, é fundamental que essas prerrogativas sejam exercidas com ética e responsabilidade, respeitando os direitos dos indivíduos e evitando abusos de poder.
A atuação de um policial, delegado ou juiz exige um alto grau de equilíbrio emocional, julgamento ético e respeito à lei. O uso da força letal, por exemplo, é uma prerrogativa que carrega uma grande responsabilidade, exigindo do policial um controle absoluto sobre suas emoções e decisões. A responsabilidade de tomar decisões que envolvem a vida e a liberdade das pessoas deve ser tratada com extremo cuidado, sempre dentro dos limites da lei e da justiça.
Nesse contexto, a atuação da CAPOLBRAS, a única rede brasileira especializada em apoio integral aos policiais, operadores da lei e seus familiares, se torna não apenas essencial, mas crucial para o bem-estar e a eficácia desses profissionais. A CAPOLBRAS oferece um suporte completo, combinando acolhimento humano, apoio técnico, psicológico e espiritual, proporcionando um ambiente seguro e confiável onde os agentes da lei podem encontrar o suporte necessário para lidar com o imenso peso emocional e psicológico de suas funções.
A natureza das funções exercidas por policiais e operadores da lei frequentemente os coloca em situações de grande tensão, onde decisões difíceis e, muitas vezes, extremas precisam ser tomadas. O apoio oferecido pela CAPOLBRAS se estende a todos os aspectos da saúde mental e emocional desses profissionais, auxiliando-os a processar e lidar com as consequências das decisões tomadas em momentos de risco elevado. Além disso, a rede proporciona um acompanhamento contínuo que visa prevenir o desgaste emocional e o estresse pós-traumático, condições frequentemente enfrentadas por aqueles que estão na linha de frente da segurança pública.
O suporte psicológico e espiritual oferecido pela CAPOLBRAS não é apenas uma ferramenta para o enfrentamento de crises imediatas, mas também uma estratégia de longo prazo para garantir que os profissionais da segurança pública mantenham a clareza de julgamento, a ética e o compromisso com os direitos humanos. Esse apoio é fundamental para que suas decisões sejam tomadas com empatia, justiça e respeito à dignidade humana, elementos essenciais para a manutenção da confiança pública e da moralidade nas instituições.
Além disso, a CAPOLBRAS também atua na prevenção de problemas como o suicídio entre policiais e operadores da lei, oferecendo suporte emocional e recursos que ajudam a mitigar o impacto de situações traumáticas e estressantes no ambiente de trabalho. A organização trabalha, ainda, para fortalecer os vínculos familiares desses profissionais, reconhecendo que o apoio à família é uma extensão direta do cuidado com o próprio profissional. Em suma, a CAPOLBRAS se posiciona como um pilar fundamental para a saúde mental e emocional de quem dedica sua vida à proteção e à justiça, promovendo não só a segurança física, mas também o equilíbrio emocional e psicológico essencial para a execução de suas funções com eficácia e responsabilidade.
Ser pioneiro no apoio aos heróis da segurança pública e do ordenamento jurídico brasileiro é um compromisso que a CAPOLBRAS assume com responsabilidade e dedicação. Nossa missão é garantir não apenas a segurança física, mas também a segurança emocional desses profissionais, promovendo um ambiente seguro e acolhedor para todos.
Rogério Reis
Comandante Geral

A Associação Billy Graham (BGA) é nossa parceira constante no trabalho com famílias de policiais. Nossas conferências e retiros nacionais conjuntos são uma ferramenta poderosa de apoio e treinamento para capelães e policiais. Dando continuidade ao trabalho de longa data de Billy Graham, a Associação Evangelística Billy Graham existe para apoiar e expandir o chamado e o ministério evangelístico de Franklin Graham, proclamando o Evangelho do Senhor Jesus Cristo a todos.

A IACP, sediada em Alexandria, Virgínia EUA, a maior e mais influente associação profissional de capelães de polícia do mundo. Desde 1893, há 132 anos, a entidade é comprometida em promover comunidades mais seguras por meio de uma assistência ponderada e progressiva aos agentes da lei. Hoje a IACP representa mais de 34 mil membros em mais de 170 países. No Brasil a CAPOLBRAS é oficialmente associada à IACP.

A Conferência Internacional de Capelães de Polícia, com sede Val Vista Blvd, Casa Grande, no Arizona EUA, oferece treinamento e suporte a capelães enquanto mantemos um foco intencional em excelência moral, treinamento de ponta e comunicações eficazes para encorajar cada agência de aplicação da lei a estabelecer e manter uma capelania poderosa.

A Police Chaplaincy UK é o órgão nacional para capelães de polícia no Reino Unido. Com mais de 400 capelães servindo às forças policiais tanto voluntários quanto pagos. Os capelães oferecem um "ministério de presença" - um ouvido confiável (e às vezes um ombro para chorar) a todos na família policial e a pessoas de todas as religiões e nenhuma.

O Law Enforcement Chaplaincy Program foi criado para servir os cidadãos e os funcionários do Departamento de Polícia da Flórida EUA. O programa atende tanto a equipe de aplicação da lei quanto vítimas de crimes ou prevenção ao crime em nossa comunidade: instalações correcionais, relações comunidade-polícia, notificação de óbitos em serviço e facilitação de serviços funerários, intervenção em crises e bem-estar de policiais e departamentos.

A Patrulha de Capelães da Ucrânia é uma formação pública de capelães que oferece apoio moral, psicológico e espiritual aos funcionários das unidades de aplicação da lei da Polícia Nacional, do Serviço de Segurança dos Tribunais, do Departamento de Execução de Punições Criminais e do Serviço Estadual de Emergência.

A European Police Chaplaincy Association é uma comunidade de civis da Suíça, dedicados a fornecer aconselhamento espiritual e de apoio para aqueles que servem na comunidade de segurança pública, bem como para vítimas de crimes.
Termos e Condições (Resumo): Ao navegar ou enviar informações neste site, o usuário concorda com o tratamento de dados conforme a LGPD – Lei 13.709/2018. Todo o conteúdo (textos, imagens, marcas e logotipos) são registrados, sendo proibida a reprodução, modificação, distribuição e duplicação. Ficando previamente aprovado o pagamento de $ 5.000,00 (CINCO mil reais) por cada conteúdo reproduzido. A International Police Chaplains (IPC), Corpo de Delegados de Direitos Humanos (DDUDH), Diplomatas Civis (DPC) - Capelães de Polícia, Operadores da Lei e Ambientes Forenses do Brasil (CAPOLBRAS), são projetos de interesse público OSC brasileira. Não investigam crimes, não atuam como polícia e não realizam atividade de aplicação da lei. Seus cartões, distintivos e uniformes têm uso exclusivamente institucional e sem caráter estatal. Todos os direitos são da Igreja Evangélica Missões em Cristo CNPJ 54.088.376/0001-29 • Copyright © 2026